Autor: Fernando Duarte
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16º dia – Ica
Já tínhamos reservado um passeio de tubular (tipo um bug especial com motor V8 para andar nas dunas) e nos pegaram no hotel lá pelas 10 horas. Pagamos uma taxa para entrar e o passeio começou. Foi com emoção porque é uma infinidade de dunas e perde-se a noção de horizonte e profundidade. São dunas…
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15° dia – Nazca – Ica
Como o Ruy já conhecia as linhas de Nazca, foi comigo até o aeroporto mas ficou no solo. Paguei o equivalente a USD 80 e fui de monomotor ver as famosas linhas do alto. Realmente é um espetáculo à parte. São milhares de traços e figuras que querem dizer algo para ser visto do espaço…
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Saúde. Como estou me sentindo…
Bom, tudo começou quando era ainda “jovem”. Em 1973, aos 23 anos, comprei minha primeira moto , uma DT 250 YAMAHA zero, modelo novo, com para-lamas alto, show! Muitas trilhas, Enduro da Independência, etc… Outras motos e mais trilhas e enduros. Tinha decidido (e até hoje mantenho) que não andaria de moto no trânsito da…
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14º dia – Abancay – Nazca
Saindo de Abancay, já recuperados e surpreendentemente bem mais animados, paramos para abastecer, quando ouvimos o ronco de uma moto. Era o Carlos, harleyro de Abancay com uma Shadow e dono de uma Fatboy. Andamos juntos por poucos quilômetros e nos separamos com destinos distintos. Depois de muitos quilômetros, sem café da manhã e já…
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13º dia – Cuzco – Abancay
Maldita Chuleta! Acordo enjoado (meu sogrão, muito sacana, mas muito querido, quando eu falo que estou enjoado ele me corrige: você não está, você é…!). Dia de cão Bagagem arrumada com um “put@” sacrifício pelo enjoo e dificuldade com a altitude, ainda volto na agência de viagem por conta de um mal entendido de um…
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12º dia – Cuzco / Machu Picchu
Dia do Fernando: Tudo acertado ontem com uma agencia de turismo para visita minha a Machu-Picchu (Ruy já conhecia e ficou na cidade providenciando SOAT – seguro obrigatório para as motos – e tarefas na moto dele… Não fiquei com inveja…). Programa maravilhoso, mas caro. U$ 180 só para o trem de Olantaytambo a Machu-Picchu…
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11º dia – Ocongate – Cuzco
Os 150km para Cuzco foram fáceis. Saímos não muito cedo de Ocongate depois de um bom café da manhã, bagagem nas motos e uma calorosa despedida dos novos amigos Rúben e Willy. Estrada boa com alguns trechos em manutenção sem asfalto. Serra deliciosa, curvas perfeitas e vista maravilhosa mas nossa média era de 40km/h. Aliás,…
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10º dia – Assis Brasil – Ocongate
Saímos de Assis Brasil cedo e com a aduana feita no dia anterior (boa dica que nos deram). Tentamos ainda encher o tanque no lado brasileiro mas não tinha gasolina… Encontramos no lado peruano gasolina de 90 octanas e mais barata. Claro, tudo no Brasil é mais caro e pior qualidade. Tanque cheio, partimos. Logo,…
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9º dia – Rio Branco – Assis Brasil
Desperto sempre antes do relógio. Diz minha cunhada que esse “povo mais velho” dorme pouco… 6 horas levanto e lá vem aquela trabalheira toda de arrumar tuuudo novamente, que só nós motociclistas sabemos. Saio do banho já suado. Deve fazer 30 graus, mas a sensação térmica deve ser de 50º! Ruy, que é friorento pra…
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8º dia – Porto Velho – Rio Branco
Saímos bem cedo, passamos em um dos portos do Rio Madeira, o rio é imenso e cruza a cidade. Grande volume de produção agrícola é embarcado em Porto Velho para Manaus, para depois seguir para exportação. Pegamos a estrada em direção a Rio Branco. Neste trecho, em grande parte a BR-364 segue margeando o Rio…
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7º dia – Pimenta Bueno – Porto Velho
Já haviam nos avisado que a BR-364 era muito ruim, mas chegando a uns 60 km de Ji-Paraná a estrada se tornou insuportável. Não eram buracos, eram crateras. Vergonha nacional. Ônibus e caminhões fazendo verdadeiros ” slalons”. Após Ji-Paraná a estrada melhorou bastante e chegamos a Porto Velho em segurança. Cidade movimentada, sem muitos atrativos,…
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6º dia – Tangará da Serra – Pimenta Bueno
Saímos de Tangará, almoçamos bem na estrada e faltando uns 15 km para chegar a Pimenta Bueno, já começando a escurecer. Precisamos de muita cautela pois a estrada estava cheia de buracos. Sem novidades: chegamos no hotel, jantamos e fomos dormir super cansados. Redator Fernando
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5º dia – Nobres – Tangará da Serra
Saindo de Nobres e arrumando as malas nas motos nos deparamos com uma “mancha” de óleo debaixo da moto do Ruy! Que nada… Era um cachorrinho aproveitando a sombra da moto… Subimos uma serrinha e depois de 650km chegamos a Tangará. Tínhamos uma grande expectativa por se tratar de serra e que deveria ser menos…
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4º dia – Nobres
Relógio acertado para despertar às 6h. Beleza… Só que o celular não reconheceu o horário local e tocou às 5h… Depois de uma jornada dessa “ninguém merece”… 7h chega o taxi (são 60 km de chão batido até o Aquário Encantado e as nossas Harley tem alergia à terra…) e vamos com o Gim, novo…
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3º dia – Jaciára – Nobres
Acordamos as 7h00 da manhã, dia limpo e muito quente, como é normal nesta época do ano por aqui. Muito calor, talvez pela baixa altitude da cidade. Tomamos café e iniciamos a agenda do dia, que seria eliminar o Power Commander, da Road King do Ruy, pois tudo indica que ele não esta ajudando, uma…
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1º e 2º dias – Belo Horizonte – Jaciara
Estamos até agora emocionados com as palavras de boa sorte e a torcida de todos na nossa partida. Foi muito bacana mesmo. Começamos a viagem com alguns sustos. 10 km após retornarmos à nossa estrada, um pequeno caminhão soltou 2 rodas e tivemos um trabalho para desviar delas. Depois um pneu usado como base de…
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Tensão Pré Viagem
Hoje acordei mais tarde, 5 da manhã. Bem, depois de quase um mês dormindo 3 a 4 horas por dia, essas 6 horas são uma dádiva. Não esperava que tivesse tanta expectativa e estresse pré-viagem (alguém falou em TPV: Tensão Pré-Viagem). Lembrei de como tudo começou. Estava na homenagem ao nosso grande Cap. Senra na…
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Planejamento da viagem
Somos dois amigos apaixonados por Harley-Davidson e viagens sobre duas rodas. Na América do Sul, o Ruy já fez uma viagem até o Ushuaia e eu participei de vários encontros Harley em Punta Del Este e Assunção. Agora vamos conhecer o lugar mais distante das três Américas: rodaremos de moto até o Alaska. PARTICIPANTES AS MOTOS…
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Serras Catarinenses de moto
Quem for descer a Serra do Rio do Rastro (SC-438), recomendo uma parada no mirante do topo da serra, que tem uma vista espetacular, tomar um chocolate quente na lanchonete (se estiver frio tem até lareira), bater um papo com a dona (filha do primeiro desbravador que fazia entrega de correspondências nos anos 40/50) e…
