Categoria: Expedição BH – Alaska de Harley-Davidson
-

35° dia – El Remate – Melchor de Menco
Resolvemos tirar a manhã para turismo. Havíamos ouvido falar em Tikal, umas ruínas maias interessantes. O preço do transporte seria em torno de 80$ Quetzales e 300$ com guia. Fomos de moto, que foi fácil achar por conta de excelente sinalização e 65 km de asfalto um tapete. Da guarita de controle até o parque…
-

34° dia – Flores – El Remate
Tínhamos programado sair para Belize, mas como haviam muitos diários atrasados e muita gente cobrando (ainda bem!…), fomos ficando no hotel até completar as tarefas. Com isso e, por sorte, só conseguimos chegar a El Remate, um povoado charmosinho e calmo na metade do caminho para Tikal, um sítio arqueológico de ruínas maias que nos…
-

33º dia – Puerto Cortes – Flores
Depois de algumas baratas (cucarachas) mortas (ou devidamente “matadas”…) durante a noite, fechamos a conta de $Lempiras 300 (1USD=19.5 $ Lempiras) do “hotel” e fomos tomar desayuno numa rede tipo fast food americano, mas estava bom e barato. A cidade, sem atrativos turísticos e é um porto importante para Honduras. Pegamos a estrada em direção…
-

32° dia – Tegucigalpa – Puerto Cortés
Passamos na Harley para mais uns detalhes da moto e em seguida, pegamos uma estrada com um asfalto perfeito. Almoçamos um peixe na beira do lago de Yojoa, dica do Luis, amigo do Roberto. Chegando em Puerto Cortés e pegamos um hotel barato(as) como veremos amanhã… Numa casa de sucos, tomei um com o nome…
-

31° dia – Choluteca – Tegucigalpa
Saímos de Choluteca com a ideia de chegar ao norte de Honduras (Puerto Cortés) mas a moto do Ruy começou a acender uma luz no painel. No caminho, paramos para desayuno numa lanchonete bem limpinha e organizada. O dono tinha vivido nos EUA, juntado dinheiro e cultura de organização e limpeza e montou o comercio…
-

30° dia – San Juan del Sur – Choluteca
Pegamos estrada após café da manhã num restaurante de beira de praia e, passando no trecho saindo de San Juan, nos deparamos com uma montanha que parecia o monte Fuji por conta de uma nevoa que encobria seu cume. Estradas perfeitas e, na aduana, ficamos novamente chateados porque tivemos que pagar pra sair do país!…
-

29° dia – Neily – San Juan del Sur
Novamente fomos no La Moderna para um desayuno e aproveitar o WiFi. Algumas dicas e principalmente não pegar a serra e sim a estrada costanera que é mais rápida e segura. Reencontramos o casal chileno Nano e esposa de Harley quando estávamos parados para um banheiro. Já (ou ainda?…) cansados após não muitos quilômetros, o…
-

28° dia – Cidade do Panamá – Neily
Novamente um desayuno no Super 99 e pegamos estrada para a Costa Rica. As estradas no Panamá são excelentes e as instalações dos postos de gasolina são bem ao estilo americano, com grandes espaços. Cruzamos a fronteira já entardecendo e paramos em Neily. Achamos um hotelzinho bem baratinho tipo umas casinhas pré fabricadas, ou seja,…
-

27° dia – Cidade do Panamá
Depois do desayuno num supermercado da rede Super 99, bem popular e barato, fomos conhecer as eclusas do canal do Panamá. Tínhamos o preço de USD 80 ida e volta de taxi, mas resolvemos ir por conta própria, de moto, e economizar. Na “Esclusa” de Miraflores tem um prédio dedicado ao canal. Museu, teatro, varanda…
-

26° dia – Bogotá – Cidade do Panamá
Acordamos às 4h30 da manhã e o Paulo (esse cara não existe…) nos pegou às 5 horas pra nos levar pro terminal de carga e deixar o Bida na estação de passageiros. Como tinha sido acertado que um veiculo da Aerosucre nos levaria por dentro para fazer a migração (não deveríamos passar para uma área…
-

25° dia – Bogotá
Com a moto do Ruy pronta, fomos debaixo de chuva levar as três para embarque no aeroporto. Havíamos acertado com a Air Cargo Pack USD 900 (cada) para transporte das máquinas até o Panamá, e mais USD100 para Ruy e eu viajarmos (cada) no mesmo avião cargueiro. Chegando no terminal da empresa, colocaram um palet…
-

24° dia – Bogotá
Pela manhã seguimos o Paulo até a oficina que é uma iniciativa do clube formado pelos aficionados pela Yamaha (YCCC- Yamaha Custom Club Colômbia) onde encontramos o Carlos Julio, fundador do clube. O mecânico chefe, Lucho, se revelou uma grande solução para nossos problemas com custo baixo (a iniciativa tem por finalidade dar apoio para…
-

23° dia – Popayán – Bogotá
Muita estrada e muita serra. Subimos a cordilheira Ocidental (a cordilheira dos Andes se divide em três. Ocidental, Central e Oriental – mais à direita) e descemos em direção à Central onde subimos a aproximadamente 3.500m de altitude com muito frio, garoa e curvas em cotovelo de 180° onde as carretas (enormes, tipo americanas) paravam…
-

22º dia – Tulcán – Popayán
Saímos cedo de Tulcán, sabendo que seria um dia complicado por conta do controle de migração e aduana entre Equador e Colômbia. Mas foi “fácil”. Só 2 horas porque não tinha fila. Em Ypialis fizemos o câmbio ( 1USD = 1.800 Pesos). Perguntando aos guardas que estavam na praça principal aonde era a casa de…
-

21° dia – Ambato – Tulcán
Depois de um desayuno a altura do hotel La Roca, metemos o pé na estrada. Tínhamos a intenção de parar em Quito para troca de óleo e alguns detalhes na Harley local (foto 1). Era uma loja muito bem montada, bonita mas como não havia tempo hábil para esses serviços. Teríamos que ficar em Quito…
-

20° dia – Naranjal – Ambato
Saímos sem “desayuno” para otimizar o tempo. Passamos por alguns locais mas nada de padaria ou lanchonete como estamos acostumados no Brasil. Era só muquifa!… Se não tem tu vai tu mesmo, já diz o popular… Paramos no melhor lugar que pudemos encontrar. Foi uma péssima impressão que veríamos mais tarde ser errada. Equador é…
-

19° dia – Piúra – Naranjal
Retiradas as motos de dentro do hotel (com certa dificuldade por conta de água da chuva que fazia as motos derraparem no piso liso), cambiamos dinheiro (1USD=2.60 soles) e partimos pra estrada. Na fronteira do Peru com Equador o Ruy entrevistou um camponês na estrada acompanhado por um cachorro e um burrico. Ganha 300 Soles/mês…
-

18° dia – Huarmey – Piúra
Bagagem pronta, motos idem, mas com muito trabalho para tirá-las de dentro do hotel (na noite anterior guardamos numa área passando dentro do lobby). Estrada boa, paisagens desérticas e um frio de matar por conta do ar do Pacifico. Entre Trujillo e Chiclayo vimos muitas áreas verdes de cultivo contrastando com a aridez predominante até…
-

17º dia – Ica – Huarmey
Depois de tudo arrumado pra partir, abastecendo as motos, chegou o Bida. Já estava em contato com o Ruy e tinha saído de Recife uma semana depois de nós. Ele percorria 1.000 km por dia em média com sua BMW GSA 1200. É um viajante solitário (só viaja com a mulher na garupa, mas por…
-

16º dia – Ica
Já tínhamos reservado um passeio de tubular (tipo um bug especial com motor V8 para andar nas dunas) e nos pegaram no hotel lá pelas 10 horas. Pagamos uma taxa para entrar e o passeio começou. Foi com emoção porque é uma infinidade de dunas e perde-se a noção de horizonte e profundidade. São dunas…
-

15° dia – Nazca – Ica
Como o Ruy já conhecia as linhas de Nazca, foi comigo até o aeroporto mas ficou no solo. Paguei o equivalente a USD 80 e fui de monomotor ver as famosas linhas do alto. Realmente é um espetáculo à parte. São milhares de traços e figuras que querem dizer algo para ser visto do espaço…
-

Saúde. Como estou me sentindo…
Bom, tudo começou quando era ainda “jovem”. Em 1973, aos 23 anos, comprei minha primeira moto , uma DT 250 YAMAHA zero, modelo novo, com para-lamas alto, show! Muitas trilhas, Enduro da Independência, etc… Outras motos e mais trilhas e enduros. Tinha decidido (e até hoje mantenho) que não andaria de moto no trânsito da…
-

14º dia – Abancay – Nazca
Saindo de Abancay, já recuperados e surpreendentemente bem mais animados, paramos para abastecer, quando ouvimos o ronco de uma moto. Era o Carlos, harleyro de Abancay com uma Shadow e dono de uma Fatboy. Andamos juntos por poucos quilômetros e nos separamos com destinos distintos. Depois de muitos quilômetros, sem café da manhã e já…
-

13º dia – Cuzco – Abancay
Maldita Chuleta! Acordo enjoado (meu sogrão, muito sacana, mas muito querido, quando eu falo que estou enjoado ele me corrige: você não está, você é…!). Dia de cão Bagagem arrumada com um “put@” sacrifício pelo enjoo e dificuldade com a altitude, ainda volto na agência de viagem por conta de um mal entendido de um…
-

12º dia – Cuzco / Machu Picchu
Dia do Fernando: Tudo acertado ontem com uma agencia de turismo para visita minha a Machu-Picchu (Ruy já conhecia e ficou na cidade providenciando SOAT – seguro obrigatório para as motos – e tarefas na moto dele… Não fiquei com inveja…). Programa maravilhoso, mas caro. U$ 180 só para o trem de Olantaytambo a Machu-Picchu…
-

11º dia – Ocongate – Cuzco
Os 150km para Cuzco foram fáceis. Saímos não muito cedo de Ocongate depois de um bom café da manhã, bagagem nas motos e uma calorosa despedida dos novos amigos Rúben e Willy. Estrada boa com alguns trechos em manutenção sem asfalto. Serra deliciosa, curvas perfeitas e vista maravilhosa mas nossa média era de 40km/h. Aliás,…
-

10º dia – Assis Brasil – Ocongate
Saímos de Assis Brasil cedo e com a aduana feita no dia anterior (boa dica que nos deram). Tentamos ainda encher o tanque no lado brasileiro mas não tinha gasolina… Encontramos no lado peruano gasolina de 90 octanas e mais barata. Claro, tudo no Brasil é mais caro e pior qualidade. Tanque cheio, partimos. Logo,…
-

9º dia – Rio Branco – Assis Brasil
Desperto sempre antes do relógio. Diz minha cunhada que esse “povo mais velho” dorme pouco… 6 horas levanto e lá vem aquela trabalheira toda de arrumar tuuudo novamente, que só nós motociclistas sabemos. Saio do banho já suado. Deve fazer 30 graus, mas a sensação térmica deve ser de 50º! Ruy, que é friorento pra…
-

8º dia – Porto Velho – Rio Branco
Saímos bem cedo, passamos em um dos portos do Rio Madeira, o rio é imenso e cruza a cidade. Grande volume de produção agrícola é embarcado em Porto Velho para Manaus, para depois seguir para exportação. Pegamos a estrada em direção a Rio Branco. Neste trecho, em grande parte a BR-364 segue margeando o Rio…
-

7º dia – Pimenta Bueno – Porto Velho
Já haviam nos avisado que a BR-364 era muito ruim, mas chegando a uns 60 km de Ji-Paraná a estrada se tornou insuportável. Não eram buracos, eram crateras. Vergonha nacional. Ônibus e caminhões fazendo verdadeiros ” slalons”. Após Ji-Paraná a estrada melhorou bastante e chegamos a Porto Velho em segurança. Cidade movimentada, sem muitos atrativos,…
