Categoria: Expedição BH – Alaska de Harley-Davidson
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64° dia – Fairbanks
Hoje é fácil fazer o diário… Cheguei na Harley às 8h50 (abre às 9h00) e estou esperando até agora 19h30 para ver se resolvem… Bom, agora os detalhes: só pra ser atendido de manhã esperei duas horas. O diagnóstico de ontem não se confirmou. Aí veio um novo problema no virabrequim… Me assustei! Depois veio…
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63° dia – Fairbanks
Ficamos o dia inteiro por conta da Harley. A Road King foi só troca de óleo, mas a minha Fatboy está dando trabalho… O líquido para desobstruir impurezas da gasolina não surtiu efeito. Falaram que era filtro de ar e vela. Trocaram sem resultado (pra eles, porque pra mim o resultado foram menos USD220 no…
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62° dia – Chicken – Fairbanks
De manhã ao acordar, olhei bem ao redor do hotel e pude perceber que a impressão que tive de um acampamento de obra abandonado por conta dos ferros velhos jogados por todos os lados, era falsa. Era tudo decoração. Aliás, o canadense também tem esse hábito de “decorar” a frente da casa com automóveis, tratores,…
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61° dia – Whitehorse – Chicken
Acordamos bem, apesar da claridade no quarto, mesmo sendo de manhã bem cedo. Por ser verão, os dias são mais longos e as noites curtas. Demos uma volta na cidade de Whitehorse para conhecer melhor e achamos muito interessante. Tem casas antigas preservadas / restauradas, o que dá um certo charme ao local. Comemos um…
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60° dia – Coal River – Whitehorse
Saímos com temperatura agradável e foi esquentando a ponto de ficar desconfortável. Muito mosquito, pernilongo e mosca, tipo mutuca, infernais… Passamos por uma localidade que chamava a atenção por ser um parque só de cartazes. Era a “Sign Post Forest”, uma floresta de placas e avisos muito interessante. Chegamos à tardinha em Whitehorse e só…
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59° dia – Fort Saint John – Coal River
Depois de um especial café da manhã, seguimos estrada. Esse foi um dia especial. Tivemos a oportunidade única de ver ursos soltos na floresta. Passado o susto, pois chegam a atravessar a estrada, filmamos e fotografamos como pudemos. São ariscos e fogem do contato humano, mas também podem ser agressivos, como mostram recortes de jornais…
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58° dia – 100 Miles – Fort Saint John
Fizemos uma foto com o Shawn, dono do hotel e a filhinha super comunicativa e pegamos estrada. Em Chetwynd, paramos por conta de umas esculturas em madeira colocadas na beira da estrada. Eram grandes e chamavam a atenção do viajante. É um concurso anual de escultura em troncos de madeira e vem artistas de todos…
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57° dia – Squamish – 100miles
Havia uma feira de quitutes, artesanatos e guloseimas dos moradores e uma festa indiana pela chegada de gurus para manifestação de um dia importante no calendário deles. A cidade era pequena, mas muito charmosa, e o povo hospitaleiro. Tínhamos optado pela rodovia 99 por ser mais panorâmica, segundo informações. Continuamos por ela e paramos em…
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56° dia – Olympia – Squamish
Após uma pequena mecânica para ajustar a marcha lenta da Road King, pegamos estrada. Passamos por Seattle, sempre sem parar em sinal, quebra-molas, trânsito, etc., mas conseguimos ver o porte da cidade. Arranha céus, prédios antigos restaurados, praças, um vai-e-vem de carrões e muitos rios com uma infinidade de barcos e lanchas. Passamos por um…
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55° dia – Salem – Olympia
Ainda sem breakfast, fomos para a Harley local para checar o problema elétrico da Road King. Interessante que, por menor que seja a cidade, sempre tem uma H-D enorme e super bem montada (como já estamos “especializados” podemos afirmar com convicção). O Ruy, ainda arrumando a bagagem, achava que seria um dia sem mecânica… Mas…
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54° dia – Dunnigan – Salem
Dia sem novidades, mas bastante quilometragem. Apesar de termos saido tarde, por conta de mais mecânica na moto do Ruy, conseguimos andar bem, mesmo pegando “muito” tráfego na estrada. Era um conserto que afunilava o fluxo para uma só pista e esse “anda-e-pára” demorou uns 8 a 10 minutos… Deve ser horrível morar num país…
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53° dia – Tehachapi – Dunnigan
Depois do café da manhã do hotel La Quinta, partimos pela Highway I5 (Interstate) na direção norte. Na noite anterior, já tínhamos sentido que estava bem mais frio, o que se confirmou na estrada. Apesar do dia claro e sol morno, o ar gelado nos obrigava a reforçar as proteções internas das roupas. Colocamos as…
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52° dia – Las Vegas – Tehachapi
Depois de um café básico do hotel, fomos dar adeus a Las Vegas em grande estilo: passando com nossas próprias motos (“made” – ou montadas – in Brasil e vindas de BH com muito orgulho, diga-se…) na Strip (Las Vegas Boulevard), entre aqueles hotéis 6 estrelas e seus cassinos. Mais deserto, mais calor e mais…
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51° dia – Las Vegas
Tiramos o dia para curtir e conhecer os super hotéis 6 estrelas de Las Vegas e seus shows espetaculares (os gratuitos). Especialmente o do Bellagio, com seus chafarizes que dançam ao som de musicas clássicas e populares, conforme a hora do dia. No final, tem jatos tão fortes que chegam alcançar a altura de um…
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50º dia – Skywalk
Visita ao lado oeste do Grande Canyon, passarela Skywalk. Meu objetivo era conhecer a passarela transparente, construída em balanço na borda do Grand Canyon, no lato oeste, que fica a mais de quatro horas de moto, desde o lado sul, onde estivemos ontem. Esta passarela foi construída por inciativa de um empresário de Las Vegas…
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50° dia – Meadview – Las Vegas
O hotel Canyon End era bem bonzinho e o dono, Carey, super boa gente. Nos deu um BEM late checkout e o Ruy foi conhecer o Skywalk (que tem um bom trecho de terra…) e eu fui conhecer o Lago Mead onde muitos americanos levam seus barcos, lanchas, botes, etc. para lazer. É a mesma…
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49° dia – Bellemont – Meadview
Bagagem pronta, rumamos para o Grand Canyon, onde o Ruy já tinha pré-reservado um voo de helicóptero (USD194/35min). Fiquei em terra filmando, porque já tinha feito esse passeio (imperdível) ano passado. Em seguida fomos para o Grand Canyon Park. Moldado pelo rio Colorado, que percorre 2.250km desde o Colorado até o Golfo da Califórnia, onde…
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48° dia – Bellemont
Já explicamos: não adiantaria sair do hotel para ir ao Grand Canyon, já que somos obrigados a voltar pelo mesmo caminho e o hotel aqui é barato e confortável. Resolvemos ficar mais um dia e atualizar mais diários. Amanhã sim, partiremos cedo para o Grande Canyon e depois para Las Vegas. Lá pelas 2 horas,…
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47° dia – Sedona – Bellemont
Podemos explicar o porquê de só 60 km num dia. Fomos na Harley mais próxima para ver o problema da moto do Ruy e um ronco diferente na minha. Chegando lá bem cedo, tivemos a surpresa do agendamento. A Harley tem o critério correto de dar prioridade aos motociclistas em trânsito, que era nosso caso.…
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46° dia – Holbrook – Sedona
Saímos com destino à Petrified Forest Nacional Park, para conhecer o que só ouvíamos falar quando crianças. Realmente é incrível. Há 225 milhões de anos, no período triásico, esse local se encontrava onde hoje é o Panamá e era uma floresta sub tropical. Tornou-se fundo do mar e com o movimento das águas e ação…
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45° dia – Santa Fé – Holbrook
Saímos cedinho de Santa Fé e chegamos na Harley de Albuquerque na primeira hora. Fui bem atendido pelo Tim. Já o Ruy, nem tanto por uma outra atendente. Levamos muitas horas lá por conta dos serviços. Tinha uma promoção de pneus e, apesar de não precisar tanto de trocar meu dianteiro, fiz a troca dos…
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44° dia – Truth or Consequences – Santa Fé
Engraçado o nome da cidade: “Verdade ou Consequências”… Tivemos ainda mais a certeza de que todos lá eram honestos! Arrumando a bagagem veio a nós uma moça oriental super simpática e perguntou se poderia tirar fotos das nossas motos. Muitas vezes fomos abordados assim por pessoas surpresas em saber que estávamos vindo do Brasil. Aliás,…
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43° dia – Comfort – Truth or Consequences
Por conta de uma mecânica na moto do Ruy (a marcha lenta estava disparada), saímos do hotel sem café da manhã para ganhar tempo, e comemos num posto de gasolina na estrada mesmo. São sempre bons, limpos e com bons produtos à disposição. Paisagens muito desérticas, muito calor, mas sempre muito fácil de manter média…
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42° dia – McAllen – Comfort
A sensação ainda era de alívio. Deixar o México foi ótimo e a segurança nos deixou mais confortáveis para andar na cidade e poder buscar um caixa que aceitasse o cartão pré-pago do Amex. Mas foi mais uma frustração. Peregrinamos por vários caixas e nada. Gastei um monte de minutos falando com a Amex Brasil…
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41° dia – Poza Rica – McAllen
As estradas estavam boas (para o padrão de até então) e pudemos adiantar bem a viagem. Passando por dentro de Tampico, o GPS nos indicava um caminho e as placas outro. Paramos numa esquina, (por segurança, numa faixa listrada e com pisca alerta ligado) para checar GPS e verificar o trajeto. Foi quando vieram 2…
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40° dia – Villahermosa – Poza Rica
Saindo do hotel, havia próximo um tipo “terminal” informal de vans e taxis que achamos que alguém poderia dar informações. Era um momento de decisão. Vamos na direção de Juarez, fronteira com El Paso (EUA) ou encurtamos nosso percurso no México alternando para Reynosa, fronteira com McAllen (EUA), mas rodando só nos Estados Unidos? Seria…
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39° dia – Chetumal – Villahermosa
Como já tínhamos a dica para fazer os trâmites com as cópias dos documentos em mãos, passamos numa copiadora da cidade e rumamos para a aduana para completar o processo iniciado ontem. Lá, tivemos que fazer um depósito de USD 300 (Ruy/ moto ano 2001) e USD 400 (minha moto de 2007). E isso doeu!…
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38° dia – Belize – Chetumal
Pegamos a lancha cedo para dar tempo de acompanhar a “mais recente” oficina mecânica Harley no caminho… Na H-D de Belize já estavam o dono, Al e o mecânico Andrews (de Missouri, EUA) a postos. Após muita pesquisa e repetidos vários procedimentos, o problema da luz da injeção acendendo intermitentemente foi aparentemente resolvido! Aleluia!!! Aleluia!!!…
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37° – San Pedro e Shark Ray Alley
Dia especial!… Sem moto, sem madrugar, sem bagagem pra arrumar, só um belo passeio de lancha até um local nos arrecifes chamado Shark Ray Alley (USD 40 cada passageiro). São 15 min de San Pedro e a água cristalina e morna do Caribe nos convida a um mergulho. O problema é mergulhar com tubarões! O…
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36° dia – Melchor de Mencos – San Pedro
Pra variar, acordei antes do despertador, o que não é vantagem pelas 3 horas de diferença de fuso horário (eram 5h30, mas no Brasil já eram 8h30). Ontem, para adiantar os trâmites, tínhamos tirado cópia do documento de saída temporária das motos e fomos fazer a aduana em Belize, cuja expectativa era de ser descomplicada…
