Roma era nosso novo caminho. Entregaríamos as motos e teríamos mais um dia livre para conhecer um pouco mais essa histórica capital. Deixamos as motos na CIMT e levamos as malas para o Hotel (ficaram guardadas na empresa de locação das motos durante a viagem). No almoço, reconheci no restaurante do hotel o Xará, antigo companheiro de peladas, que estava com Heloísa (sua esposa), Luiz Porto (cunhado) e sua esposa. Ele recomendou que a noite não deixássemos de conhecer o Trastevere.

Para este dia o Renato da Tupiniquim Expedições tinha criado um roteiro maravilhoso. Partimos em dois grupos, sendo o nosso guiado pelo “GPS Alemão”*. Rodamos por diversas rotatórias e tivemos que parar num posto para conseguir o caminho correto, para chegar até El Escorial.

Paramos para abastecer na saída de Salamanca. Logo fomos atendidos pelo frentista Luiz, mais um brasileiro, este proveniente de Goiânia, que também estava há alguns anos aqui na Europa. Seguimos pela estrada e pela primeira vez sentimos frio. O marcador de temperatura da moto acusava 11º C, porém com o vento que nos castigava, a sensação térmica era próxima de 0º C. Após rodarmos uns 50 km, paramos num posto de gasolina para tomar um café e reforçar nos agasalhos.

Na manhã seguinte estávamos novamente na estrada em direção à Lisboa. Um compromisso assumido ainda no Brasil pelo Facebook levou-nos à Figueira da Foz, onde o Grupo Motard Amigos de São Julião, nos convidara para participar de seu Encontro de motos.

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