Ô vida boa… Sem programação, sem tarefas, sem nada o que fazer a não ser descansar (e trabalhar nos relatos diários, é claro…).
A proposta do transporte por navio nesta região é como coletivo, de massa. Todos utilizam, independente de turismo.




Café da manhã com sanduíche preparado com o que compramos anteontem no supermercado, um almoço no próprio navio e uma visita às instalações da embarcação arranjada pelo nosso novo amigo Edward e guiada pelo engenheiro chefe de Manutenção, fez o dia passar com mais prazer. O Matanuska, navio de 50 anos, é antigo no projeto e na sua concepção mecânica, mas cumpre bem o objetivo.


Mas achamos interessante a proposta de fazer um trecho assim, sem moto. Vimos mais paisagens diferentes, multiplicamos as possibilidades de observar culturas e permitiu oportunidades para reflexão (e mais descanso…).

Uma parada numa cidade aonde havia um hotel da rede Best Western com Wifi para enviar e receber notícias, falar com Brasil e tomar um bom cappuccino completaram o dia…



Mas a chegada a Prince Rupert às 3 horas da manhã foi de arrebentar…
Redação PHD Fernando












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