Autor: Fernando Duarte
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46° dia – Holbrook – Sedona
Saímos com destino à Petrified Forest Nacional Park, para conhecer o que só ouvíamos falar quando crianças. Realmente é incrível. Há 225 milhões de anos, no período triásico, esse local se encontrava onde hoje é o Panamá e era uma floresta sub tropical. Tornou-se fundo do mar e com o movimento das águas e ação…
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45° dia – Santa Fé – Holbrook
Saímos cedinho de Santa Fé e chegamos na Harley de Albuquerque na primeira hora. Fui bem atendido pelo Tim. Já o Ruy, nem tanto por uma outra atendente. Levamos muitas horas lá por conta dos serviços. Tinha uma promoção de pneus e, apesar de não precisar tanto de trocar meu dianteiro, fiz a troca dos…
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44° dia – Truth or Consequences – Santa Fé
Engraçado o nome da cidade: “Verdade ou Consequências”… Tivemos ainda mais a certeza de que todos lá eram honestos! Arrumando a bagagem veio a nós uma moça oriental super simpática e perguntou se poderia tirar fotos das nossas motos. Muitas vezes fomos abordados assim por pessoas surpresas em saber que estávamos vindo do Brasil. Aliás,…
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43° dia – Comfort – Truth or Consequences
Por conta de uma mecânica na moto do Ruy (a marcha lenta estava disparada), saímos do hotel sem café da manhã para ganhar tempo, e comemos num posto de gasolina na estrada mesmo. São sempre bons, limpos e com bons produtos à disposição. Paisagens muito desérticas, muito calor, mas sempre muito fácil de manter média…
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42° dia – McAllen – Comfort
A sensação ainda era de alívio. Deixar o México foi ótimo e a segurança nos deixou mais confortáveis para andar na cidade e poder buscar um caixa que aceitasse o cartão pré-pago do Amex. Mas foi mais uma frustração. Peregrinamos por vários caixas e nada. Gastei um monte de minutos falando com a Amex Brasil…
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41° dia – Poza Rica – McAllen
As estradas estavam boas (para o padrão de até então) e pudemos adiantar bem a viagem. Passando por dentro de Tampico, o GPS nos indicava um caminho e as placas outro. Paramos numa esquina, (por segurança, numa faixa listrada e com pisca alerta ligado) para checar GPS e verificar o trajeto. Foi quando vieram 2…
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40° dia – Villahermosa – Poza Rica
Saindo do hotel, havia próximo um tipo “terminal” informal de vans e taxis que achamos que alguém poderia dar informações. Era um momento de decisão. Vamos na direção de Juarez, fronteira com El Paso (EUA) ou encurtamos nosso percurso no México alternando para Reynosa, fronteira com McAllen (EUA), mas rodando só nos Estados Unidos? Seria…
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39° dia – Chetumal – Villahermosa
Como já tínhamos a dica para fazer os trâmites com as cópias dos documentos em mãos, passamos numa copiadora da cidade e rumamos para a aduana para completar o processo iniciado ontem. Lá, tivemos que fazer um depósito de USD 300 (Ruy/ moto ano 2001) e USD 400 (minha moto de 2007). E isso doeu!…
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38° dia – Belize – Chetumal
Pegamos a lancha cedo para dar tempo de acompanhar a “mais recente” oficina mecânica Harley no caminho… Na H-D de Belize já estavam o dono, Al e o mecânico Andrews (de Missouri, EUA) a postos. Após muita pesquisa e repetidos vários procedimentos, o problema da luz da injeção acendendo intermitentemente foi aparentemente resolvido! Aleluia!!! Aleluia!!!…
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37° – San Pedro e Shark Ray Alley
Dia especial!… Sem moto, sem madrugar, sem bagagem pra arrumar, só um belo passeio de lancha até um local nos arrecifes chamado Shark Ray Alley (USD 40 cada passageiro). São 15 min de San Pedro e a água cristalina e morna do Caribe nos convida a um mergulho. O problema é mergulhar com tubarões! O…
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36° dia – Melchor de Mencos – San Pedro
Pra variar, acordei antes do despertador, o que não é vantagem pelas 3 horas de diferença de fuso horário (eram 5h30, mas no Brasil já eram 8h30). Ontem, para adiantar os trâmites, tínhamos tirado cópia do documento de saída temporária das motos e fomos fazer a aduana em Belize, cuja expectativa era de ser descomplicada…
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35° dia – El Remate – Melchor de Menco
Resolvemos tirar a manhã para turismo. Havíamos ouvido falar em Tikal, umas ruínas maias interessantes. O preço do transporte seria em torno de 80$ Quetzales e 300$ com guia. Fomos de moto, que foi fácil achar por conta de excelente sinalização e 65 km de asfalto um tapete. Da guarita de controle até o parque…
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34° dia – Flores – El Remate
Tínhamos programado sair para Belize, mas como haviam muitos diários atrasados e muita gente cobrando (ainda bem!…), fomos ficando no hotel até completar as tarefas. Com isso e, por sorte, só conseguimos chegar a El Remate, um povoado charmosinho e calmo na metade do caminho para Tikal, um sítio arqueológico de ruínas maias que nos…
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33º dia – Puerto Cortes – Flores
Depois de algumas baratas (cucarachas) mortas (ou devidamente “matadas”…) durante a noite, fechamos a conta de $Lempiras 300 (1USD=19.5 $ Lempiras) do “hotel” e fomos tomar desayuno numa rede tipo fast food americano, mas estava bom e barato. A cidade, sem atrativos turísticos e é um porto importante para Honduras. Pegamos a estrada em direção…
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32° dia – Tegucigalpa – Puerto Cortés
Passamos na Harley para mais uns detalhes da moto e em seguida, pegamos uma estrada com um asfalto perfeito. Almoçamos um peixe na beira do lago de Yojoa, dica do Luis, amigo do Roberto. Chegando em Puerto Cortés e pegamos um hotel barato(as) como veremos amanhã… Numa casa de sucos, tomei um com o nome…
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31° dia – Choluteca – Tegucigalpa
Saímos de Choluteca com a ideia de chegar ao norte de Honduras (Puerto Cortés) mas a moto do Ruy começou a acender uma luz no painel. No caminho, paramos para desayuno numa lanchonete bem limpinha e organizada. O dono tinha vivido nos EUA, juntado dinheiro e cultura de organização e limpeza e montou o comercio…
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30° dia – San Juan del Sur – Choluteca
Pegamos estrada após café da manhã num restaurante de beira de praia e, passando no trecho saindo de San Juan, nos deparamos com uma montanha que parecia o monte Fuji por conta de uma nevoa que encobria seu cume. Estradas perfeitas e, na aduana, ficamos novamente chateados porque tivemos que pagar pra sair do país!…
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29° dia – Neily – San Juan del Sur
Novamente fomos no La Moderna para um desayuno e aproveitar o WiFi. Algumas dicas e principalmente não pegar a serra e sim a estrada costanera que é mais rápida e segura. Reencontramos o casal chileno Nano e esposa de Harley quando estávamos parados para um banheiro. Já (ou ainda?…) cansados após não muitos quilômetros, o…
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28° dia – Cidade do Panamá – Neily
Novamente um desayuno no Super 99 e pegamos estrada para a Costa Rica. As estradas no Panamá são excelentes e as instalações dos postos de gasolina são bem ao estilo americano, com grandes espaços. Cruzamos a fronteira já entardecendo e paramos em Neily. Achamos um hotelzinho bem baratinho tipo umas casinhas pré fabricadas, ou seja,…
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27° dia – Cidade do Panamá
Depois do desayuno num supermercado da rede Super 99, bem popular e barato, fomos conhecer as eclusas do canal do Panamá. Tínhamos o preço de USD 80 ida e volta de taxi, mas resolvemos ir por conta própria, de moto, e economizar. Na “Esclusa” de Miraflores tem um prédio dedicado ao canal. Museu, teatro, varanda…
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26° dia – Bogotá – Cidade do Panamá
Acordamos às 4h30 da manhã e o Paulo (esse cara não existe…) nos pegou às 5 horas pra nos levar pro terminal de carga e deixar o Bida na estação de passageiros. Como tinha sido acertado que um veiculo da Aerosucre nos levaria por dentro para fazer a migração (não deveríamos passar para uma área…
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25° dia – Bogotá
Com a moto do Ruy pronta, fomos debaixo de chuva levar as três para embarque no aeroporto. Havíamos acertado com a Air Cargo Pack USD 900 (cada) para transporte das máquinas até o Panamá, e mais USD100 para Ruy e eu viajarmos (cada) no mesmo avião cargueiro. Chegando no terminal da empresa, colocaram um palet…
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24° dia – Bogotá
Pela manhã seguimos o Paulo até a oficina que é uma iniciativa do clube formado pelos aficionados pela Yamaha (YCCC- Yamaha Custom Club Colômbia) onde encontramos o Carlos Julio, fundador do clube. O mecânico chefe, Lucho, se revelou uma grande solução para nossos problemas com custo baixo (a iniciativa tem por finalidade dar apoio para…
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23° dia – Popayán – Bogotá
Muita estrada e muita serra. Subimos a cordilheira Ocidental (a cordilheira dos Andes se divide em três. Ocidental, Central e Oriental – mais à direita) e descemos em direção à Central onde subimos a aproximadamente 3.500m de altitude com muito frio, garoa e curvas em cotovelo de 180° onde as carretas (enormes, tipo americanas) paravam…
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22º dia – Tulcán – Popayán
Saímos cedo de Tulcán, sabendo que seria um dia complicado por conta do controle de migração e aduana entre Equador e Colômbia. Mas foi “fácil”. Só 2 horas porque não tinha fila. Em Ypialis fizemos o câmbio ( 1USD = 1.800 Pesos). Perguntando aos guardas que estavam na praça principal aonde era a casa de…
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21° dia – Ambato – Tulcán
Depois de um desayuno a altura do hotel La Roca, metemos o pé na estrada. Tínhamos a intenção de parar em Quito para troca de óleo e alguns detalhes na Harley local (foto 1). Era uma loja muito bem montada, bonita mas como não havia tempo hábil para esses serviços. Teríamos que ficar em Quito…
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20° dia – Naranjal – Ambato
Saímos sem “desayuno” para otimizar o tempo. Passamos por alguns locais mas nada de padaria ou lanchonete como estamos acostumados no Brasil. Era só muquifa!… Se não tem tu vai tu mesmo, já diz o popular… Paramos no melhor lugar que pudemos encontrar. Foi uma péssima impressão que veríamos mais tarde ser errada. Equador é…
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19° dia – Piúra – Naranjal
Retiradas as motos de dentro do hotel (com certa dificuldade por conta de água da chuva que fazia as motos derraparem no piso liso), cambiamos dinheiro (1USD=2.60 soles) e partimos pra estrada. Na fronteira do Peru com Equador o Ruy entrevistou um camponês na estrada acompanhado por um cachorro e um burrico. Ganha 300 Soles/mês…
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18° dia – Huarmey – Piúra
Bagagem pronta, motos idem, mas com muito trabalho para tirá-las de dentro do hotel (na noite anterior guardamos numa área passando dentro do lobby). Estrada boa, paisagens desérticas e um frio de matar por conta do ar do Pacifico. Entre Trujillo e Chiclayo vimos muitas áreas verdes de cultivo contrastando com a aridez predominante até…
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17º dia – Ica – Huarmey
Depois de tudo arrumado pra partir, abastecendo as motos, chegou o Bida. Já estava em contato com o Ruy e tinha saído de Recife uma semana depois de nós. Ele percorria 1.000 km por dia em média com sua BMW GSA 1200. É um viajante solitário (só viaja com a mulher na garupa, mas por…
