Como prometi no nosso último encontro aqui pelo site, hoje eu vou contar como começou esse caso de amor em particular. Confesso que sou um tanto desligada com datas e números, mas consigo dizer que há pelo menos uns 10 anos ela está comigo!
Não troco, não vendo, não dou! Ela é minha Menina, hihi.
Pois bem, quando renovei minha carteira, treinei um pouco na moto do companheiro e decidi: agora quero minha moto!
E é assim que as coisas funcionam: Você decide, puf!
Viemos a BH resolver umas coisas e ficamos na casa do meu irmão. Minha cunhada no bate papo lança: – Estê, você quer comprar minha moto? Mil reais!
Não pensei em absolutamente nada! Só respondi: – Sim!!!
Voltamos para casa, pois não dava pra eu voltar pilotando, sem prática e a mesma habilidade de anos atrás, com um trânsito completamente diferente, além dos pequenos ajustes que ainda tinha que fazer.
Rapidamente voltamos assim que foi possível, de ônibus, e arrumamos tudo (foi pouca coisa mesmo). Paguei um documento atrasado e pronto, levamos ela para casa!
Chegando lá na estradinha eu peguei o guidão para treinar e caramba!!! Que sensação! Depois de tanto pilotar outras motos e tanto andar pelo mundo com meus dois pés, agora eu tinha minha própria moto e duas rodas!!!

Daí pra frente, como falei, foram muitos chãos e aventuras.
Porém, a Menina era eu e minha moto era a Nega, já que tinha a neguinha, minha cachorrinha.
Daí, chegando a BH, há quase cinco anos (o que dá uma nova história), me enturmei no mundo motociclístico urbano (como eu chamo) e virei mesmo a Menina da Intruder. Eu tava em todas! Kkkkkk
E por isso mesmo ela acabou se chamando definitivamente de Menina.
Aliás, sabem porque eu prefiro falar “motoca” ao invés de “moto”?
Na próxima eu conto! 😉
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