Categoria: Expedição BH – Alaska de Harley-Davidson
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119º dia – Ica – La Joya
Após o café da manhã com o Fernando, nos despedimos e segui viagem rumo sul. Minha moto está um pouco esquisita. Quando ligo a chave, ela dá a partida no motor sozinha. Insiste um pouco e depois fica normal. Decidi seguir em frente. O dia todo viajei beirando o pacifico, com muito frio, como de…
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119° dia – Ica – Pedregal
Por coincidência, nos encontramos saindo dos quartos às 7 horas e tomamos café juntos. Se marcássemos, não daria tão certo. Nos despedimos e o Ruy logo ganhou estrada. Como ainda tinha bagagem no quarto, me demorei e depois fui ao centro, na Plaza de Armas, fazer câmbio. Como o cabo do meu GPS não está…
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118º dia – Casma – Ica
Fiquei curtindo o café da manhã do hotel e acabei saindo um pouco tarde, rumo ao sul O Peru, ao longo do Pacífico, é um grande deserto. Registrei um vídeo mostrando uma típica praia peruana. Assim que possível, publicarei Registrei outro vídeo mostrando parte do deserto cruzado pela rodovia panamericana. Assim que possível, também publicarei.…
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118° dia – Chimbote – Ica
Quase me esqueci do desayuno. Aliás, tinha esquecido, não fosse meu amigo da recepção lembrar. O Julian, garçon da noite anterior, já estava a postos às 7 horas da manhã. A porcaria do sinal da internet se foi desde ontem e “mórreu”… Tenho que fazer uma recarga no cartão pré-pago Amex e nada… A vista…
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117º dia – Piura – Casma
Depois de quase quatro meses de convivência diária, ontem propus ao Fernando que completássemos a viagem individualmente. Ele aceitou com a mesma rapidez que aceitou meu convite para o inicio desta empreitada. Agradeci ao Fernando pela sua companhia, sem a qual esta conquista seria muito difícil ou mesmo impossível. Destaco aqui algumas das qualidades do…
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117° dia – Sullana – Chimbote
Aproveitei o sinal forte de internet para colocar os relatos em dia e acabei saindo umas 8 horas do hotel. Todas as cidades que a rodovia Panamericana cruza no Peru são complicadas e perigosas. Em Trujillo, após alguns desvios e obras na pista, com direito a muitos buracos, fui escoltado por um policial até a…
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113º dia – Popayán – Tulcán
Acordei às 3h30 e fiquei até às 6h, hora do despertador tocar, aproveitando a insonia produtiva para atualizar os diários e às 6h30 partimos para estrada. Abastecemos mais adiante e, por coincidência, tinha um poster para concorrer a uma viagem ao Brasil. No caminho, paramos num pueblo chamado El Bordo e nos indicaram o restaurante…
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112° dia – Silvania – Popayán
Sem mesmo combinar a hora de sair, deu certo. Às 6h30 estávamos saindo do hotel (foto). Foram 12 horas de tocada direto, só parando para abastecer e comer alguma coisa. A estrada está péssima até descer a serra, depois pega-se a 40 e a 25, pedagiadas, porém moto não paga, vai por um corredor estreito…
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111° dia – Bogotá – Silvania
Quando a Road King estava quase pronta, saí do hotel para a oficina. Como os endereços em Bogotá são muito confusos para quem não está acostumado, ia chamar um taxi, mas o rapaz que faz manutenção de instalações no hotel, o Israel, gentilmente foi de moto na frente, me levando até lá e não aceitou…
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110° dia – Bogotá
Aproveitei e fiz um citytour pela cidade. Pela internet, vi o site da Turisbog e, com a devida indicação, fui de táxi até um espaço de artes chamado Maloca para pegar o onibus da empresa. Muito interessante e dá uma visão ampla da cidade. Por 70mil pesos, contratei o programa completo incluindo uma “caminata” que…
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109° dia – Bogotá
Tomamos café e fomos enfrentar a aduana de Bogotá para depois retirar as motos. Apesar se acompanhados pelo Manoel, funcionário da Air Cargo Pack, a liberação das motos demorou a manhã inteira. No Panamá, tive problemas com meu cartão pré-pago Amex “Global” Travel, porque não funciona no Panamá, ou seja, de “Global” não tem nada……
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108° dia – Cidade do Panamá – Bogotá
Deixei o hotel cedo e rumei para o aeroporto de Tucumém para adiantar os trâmites, enquanto o Ruy chegava com sua moto numa pickup. Escolhi o caminho mais direto e rápido, sabendo que era pedagiado. Só não imaginava que só passava com um tal de carnê. Tive que comprar um por 8 dólares… Sob forte…
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107° dia – David – Cidade do Panamá
Saí cedo, com calma, curtindo cada quilômtro da estrada (o Ruy teve que ficar para amanhã levar sua moto numa pickup para o Panamá). Tinha que gastar a gasolina reserva do galão mais a do tanque por conta do embarque da moto no avião cargueiro quando chegarmos ao Panamá. Acho que calculei mal, pois ainda…
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106º dia – David
Dia bonito, perfeito para uma tocada tranquila até a cidade do Panamá, aonde vamos despachar as motos por avião. Saímos cedo, pegamos a carretera sentido Cidade do Panamá, asfalto bom, Ruy na frente e depois de uns 20km, de repente uma peça de borracha voa por baixo da moto dele. No primeiro momento pensei que…
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105º dia – Puntarenas – David
Dia bonito, temperatura agradável, um sol matutino, condições ideais para uma viagem perfeita. As estradas da Costa Rica são boas e, apesar de faltar sinalização de piso, não encontros um único buraco. Entramos em Jaco, onde já tínhamos comido um ceviche excelente. O dono, Albert, reconheceu os brasileiros e ficou feliz em nos rever (foto).…
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104º dia – Manágua – Puntarenas
Amanheci lembrando dos especiais amigos Carlos e Vera, de Tegucigalpa, que na ida, junto com mais 3 casais, fizeram uma surpresa no meu aniversário, tornando essa data inesquecível… Mesmo passando por fora de Tegucigalpa, meu coração de viajante deixa um abraço carinhoso para eles. A vista do hotel para a Laguna de Asososca, que abastece…
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103º dia – Santa Rosa de Lima – Manágua
Saímos às 7 horas em ponto. Teríamos que estar na aduana de El Salvador às 9h45 ou pagaríamos multa de USD1400. Chegamos tranquilos, dentro do horário, mas por engano, passamos por um setor de inspeção de carga que nos reteve cópias do documento de liberação e pediu para que voltássemos por lá. Achamos que seria…
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102º dia – Chiquimulilla – Santa Rosa de Lima
Saímos do hotel às 7horas. Os dias estão se tornando mais curtos, as estradas mais difíceis e com isso, a média horária fica mais baixa. As consequências do temporal de ontem estavam visíveis. Muitos galhos e árvores caídos na estrada. Para nossa surpresa, a fronteira estava bem perto e recomeçou toda a burocracia. Saindo da…
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101º – Tapachula – Chiquimulilla
Cheguei na hora que abriu a concessionaria VW, para aproveitar a última chance de comprar uma peça para o New Beetle da Circe, na última cidade mexicana, mas não tinha, somente sob encomenda. Atravessar fronteiras na américa latina é sempre um sofrimento e execício de paciência. Não fomos avisados que não havia o banco oficial…
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100º dia – Mariano Escobedo – Tapachula
A Hebe chegou cedo e, gentilmente, nos preparou um desayuno. O Ricardo chegou em seguida para se despedir dos brasileiros aventureiros e, se não bastasse toda gentileza e recepção, ainda me trouxe uma garrafa de uma excelente tequila. Como não havia mais lugar na moto, com tristeza agradeci e levei apenas a foto, acompanhada de…
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99º dia – Jilotepec – Mariano Escobedo
Zarpamos às 7 horas em ponto e pegamos a autopista, pra variar uma fortuna de tantos pedágios. Nos falaram que após uma hora pegaríamos calor… Que nada. Foi um frio de rachar. Paramos em Puebla para passar numa revenda Volkswagen e após, na Harley. Lá ficamos conhecendo novos amigos, Jesus, Carlos e Victor, que fala…
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98º dia – Guadalajara – Jilotepec
Encontrei o Ruy no hotel que ele ficou e, ainda que atrasados, fui ver umas peças na Vokswagen local. Fizemos um câmbio e aproveitamos para uma comida caseira lá perto. Era por volta de 12h30, o que para mexicano significa umas 11 horas para brasileiros almoçar… Depois foi só estrada, estrada e estrada. Os pedágios…
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97º dia – Los Mochis – Guadalajara
Muita estrada, mas a autopista é muuuito cara… Numa das paradas nos desencontramos na saída e rodamos uns 400km sozinhos. Essa estrada não foi bem planejada. NÃO TEM POSTOS DE GASOLINA! O GPS apenas aponta umas cidades pequenas, mas não tem saída para elas, ou seja, o jeito foi rodar em baixa velocidade e economizar.…
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96º dia – Nogales – Los Mochis
Ficamos a última noite nos EUA por garantia. Pegamos muita estrada quase sem parar para poder aproveitar e cruzar o México todo. Naquela paisagem repetitiva, fiquei em silêncio lembrando de todos os momentos e detalhes do meu encontro com o Arthur e Alba, minha nova filha, que havia enviado uma linda mensagem: ” Oi pai!…
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95º dia – Los Angeles – Nogales
Saímos para Phoenix na direção leste, para depois passar por Tucson e chegar a Nogales, já na fronteira, aonde dormimos a ultima noite em segurança total. Mas antes de Phoenix, no deserto, a temperatura estava infernal… Era como se abrisse a boca de um forno. Era tão quente que fazia o efeito sauna: quanto mais…
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94º dia – Atlanta – Los Angeles
Passamos o dia juntos. Eles tiraram o dia de folga para ficarmos mais próximos. O Arthur é uma pessoa bem consciente e sem delírios de grandeza. Pés no chão, como diria. Estão programando a vida, poupando e tem planos para construir uma casa no futuro. Fui convidado para fazer o projeto, com muita alegria e…
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94º dia – Los Angeles
Acordei tarde e tomei café por perto do hotel. Ao mesmo tempo que descansava no hotel, liguei para diversos parentes e amigos no Brasil. À tardinha, quando a fome bateu, sai para almoçar. Me lembrei do Grove Mall. Lugar muito animado e agradável. Consultei o GPS e vi que estava distante uns 15 km e,…
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93º dia – Atlanta
Saímos cedo para o autódromo, para ver o Arthur curtir o presente da Alba. Eram 5 voltas de Lamborghini! Gallardo! Como a festa era surpresa e a Alba tinha que arrumar o salão de festas no prédio, além das comidas e bebidas, nos deixou num restaurante peruano comendo ceviche com cervejinha. Alba voltou para nos…
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93º dia – Los Angeles
Acordei tarde, telefonei para amigos e fui almoçar no Red Lobster, perto do hotel. Na fila de espera do restaurante, conversei com o Bernard, que puxou conversa ao perceber que a minha placa era de fora. Quis saber vários detalhes sobre a longa viagem que estamos fazendo. A conversa foi longa e muito agradável. Ele…
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92º dia – Atlanta
Fizemos um super breakfast numa Waffle House, super tipica e gostosa de lá, e passeamos pela cidade em busca do cabo do meu GPS, que deve ter partido e não carrega mais na moto. À noite, jantamos no Maggiano’s de Atlanta e é tão bom quanto os de Las Vegas e L.A., mas o melhor…
