A idéia de fazer uma grande viagem de moto povoa os sonhos de quase todo motociclista. Partindo desta idéia, quatro amigos, Rafael Barata, Márcio Vasconcelos, Maurílio (Lu) Vasconcelos e Duílio Soares foram os primeiros curvelanos ao partirem numa aventura de cerca de 7.700 km que durou quinze dias - de 7 a 21 de setembro de 2012 -, percorrendo estradas e conhecendo cidades dos estados de São Paulo e Paraná, no Brasil, além de outras do Paraguai, Argentina até chegar no Deserto do Atacama no Chile, de onde retornaram por outra rota para conhecer ainda mais lugares.

Na empreitada, os quatro amigos utilizaram suas motocicletas, com características bem distintas, demonstrando que qualquer moto, ainda que de menor cilindrada e potência, pode transpor os obstáculos de uma viagem semelhante. As motos foram uma BMW G 650 GS (dual purpose), uma Honda NX4 Falcon carburada (trail), uma Yamaha XJ6N (naked esportiva) e uma Harley-Davidson Dyna (custom).

Rafael e Márcio partiram de Curvelo, na região central do Estado de Minas Gerais, enquanto Lu e Duílio saíram de Betim, e todos se encontraram no trevo de Formiga, de onde seguiram juntos até o fim da viagem. Apesar da longa distância percorrida no primeiro dia até Marília/SP, cerca de 900 km, a viagem transcorreu sem problemas, a não ser por uma pequena dormência sentida na mão direita pelo Rafael, posteriormente diagnosticada como "Síndrome do Túnel do Carpo", que foi medicada com corticóide e antiinflamatório devidamente receitados por um médico.

No segundo dia, a pretensão era chegar a Foz do Iguaçu/PR, mas devido a um desvio de rota para esquivar dos caros pedágios paranaenses (R$5,50 por moto), o grupo só conseguiu chegar à Cascavel/PR. O pior é que o desvio, além de mais longo, ainda não evitava todos os pedágios. Nesse dia, o total percorrido foi de cerca de 710km.

No terceiro dia, a turma seguiu de Cascavel até "Foz", onde cruzou a Ponte da Amizade e deu entrada no Paraguai, através de Ciudad Del Este, tudo tranqüilo e sem muita burocracia. Fizeram o câmbio de dólares para guaranis no shopping da fronteira e a partir daí a atenção teve que ser redobrada, não só pela desorganização do trânsito paraguaio nas vias urbanas e rodovias, mas também pelos aspectos culturais e sociais que muito despertaram a atenção e curiosidade dos brasileiros. No Paraguai, devido à violência que não foi presenciada pelos quatro aventureiros, frise-se, era comum ver seguranças particulares com armas de grosso calibre na frente de estabelecimentos comerciais. Quanto à desorganização no trânsito, a maioria dos veículos não têm placas e as motos circulam na contramão de direção e no acostamento em velocidades elevadas. Os "motoqueiros" quase nunca utilizam capacetes e é comum ver famílias inteiras e até bebês sendo transportados sem nenhum equipamento de segurança nas pequenas motos.

Viagem de Moto ao Atacama

Prosseguindo, ainda no terceiro dia, o grupo foi até Asunción, onde pernoitou. Na manhã seguinte, enquanto Rafael levou a G 650 GS para a revisão, Márcio, Lu e Duílio foram conhecer o centro da capital paraguaia, que deixou boa impressão no grupo pela beleza das construções, antigas e bem conservadas, com estilo parecido ao dos prédios públicos americanos e europeus. Os paraguaios também merecem destaque pela simpatia e solicitude com que trataram os brasileiros, e um fato curioso foi que um grupo de crianças que saía de uma escola chegou a pedir autógrafos aos motociclistas curvelanos durante uma parada. A turma percorreu cerca de 480km nesse dia.

Viagem de Moto ao Atacama. Recepção no Paraguai

No quarto dia a turma saiu de Asunción já no início da tarde, cruzou a fronteira com a Argentina por Clorinda, Província de Formosa, também sem burocracia além dos trâmites normais de saída e entrada de um país para outro e, após fazer novamente o câmbio, desta vez de dólares por pesos, seguiu viagem até chegar ao pueblo (povoado) de Machagai, onde os quatro jantaram no cassino e pernoitaram num pequeno e simples hotel. Total percorrido de aproximadamente 410km no dia.

No quinto dia, devido a um pequeno problema técnico em uma das motos, resolvido com eficiência pelo Márcio, houve atraso na saída do grupo e só foi possível percorrer cerca de 320 km, já que teve que percorrer um trecho de cerca de 35 km de estrada de terra que estava sendo pavimentada, até "Monte Quemado", na Província de Santiago Del Estero. Como a estrada que corta essa região também cruza um parque nacional, existe um grande risco de encontrar animais na pista, principalmente pequenos jumentos que ficam pastando na beira da estrada e o perigo de seguir viagem após o sol se pôr é grande, tanto que a turma encontrou um argentino que acabara de atropelar um jumento com sua caminhonete Hilux SW4. No hotel, onde jantaram e pernoitaram, os amigos conheceram um motociclista americano que também estava em viagem de moto (uma big trail Kawasaki), dos Estados Unidos até a América do Sul, com destino a Florianópolis.

Viagem de Moto ao Atacama

No sexto dia, após um café da manhã ao ar livre comprado de uma vendedora ambulante na praça da cidade, a turma saiu de Monte Quemado e, após percorrer um trecho de asfalto com muitas ondulações e animais cruzando a rodovia, saiu da monótona e sem graça RN16 e pegou a RN9, com belas paisagens de campos floridos e por vezes até perfumados, além de serras avistadas ao longe. Chegaram ao fim da tarde, mas ainda com sol, a San Salvador de Jujuy, bela e aprazível cidade turística, capital da província de Jujuy. Além da boa infraestrutura para receber viajantes, a cidade contava com postos de combustível que aceitavam cartões de crédito, o que foi um alívio para os quatro "motoviajantes" já que os pesos que dispunham estavam acabando. Após o abastecimento e lubrificação das motos, que era feita com freqüência pelo Márcio, enquanto Rafael e Duílio saíram para fazer o câmbio de dólares por mais alguns pesos e saber informações de hotéis, Márcio e Lu permaneceram no posto e quando o grupo se reuniu novamente, chegou ao posto um grupo de motociclistas da Serra Gaúcha denominado "É o diabo nas Taquara", que voltava da Bolívia e orientou os quatro amigos a seguirem viagem por mais uns 70 km até Purmamarca, um povoado no alto da montanha, cercado pela bela "Sierra del Siete Colores", de clima muito frio e ambiente rústico, mas agradabilíssimo. Foi uma ótima dica, pois os amigos desfrutaram de uma cálida recepção na fria Purmamarca, onde experimentaram pratos típicos como a deliciosa cazuela de jama, uma espécie de cozido de carne de lhama acompanhado de batatas e legumes. A carne, à propósito, é muito saborosa, macia, mas consistente, magra e sem fibras. Após o jantar, foram dormir e as motos tiveram que ser "acomodadas" na recepção do hotel, já que não havia garagem. O total percorrido nesse dia foi de aproximadamente 500 km.

Viagem de Moto ao Deserto do Atacama

No sétimo dia a turma saiu cedo para abastecer as motos em San Francisco de Tilcara, que dista 25 km e ficava fora da rota a ser seguida, as belas RN52 e RN51, pois não havia postos em Purmamarca. Após o abastecimento, iniciou-se a belíssima subida da Cordilheira, com paisagens incríveis que mudavam a cada cinco ou dez segundos, ora lembrando os "canyons" americanos com as montanhas rochosas, ora lembrando o cenário dos filmes de faroeste americano, com cactos enormes sobre as montanhas de terra, ora com pequenos cursos d'água formados pelo degelo no alto das montanhas e vulcões que serpenteavam paralelamente à pista. A subida teve que ser feita lentamente já que a belíssima estrada é extremamente sinuosa e tem curvas de até 180º, que conduzem a uma altitude máxima de cerca de 4.500m. Nas paradas era preciso descer da moto e se movimentar calmamente para não sentir o cansaço e dificuldade de respirar decorrentes do ar rarefeito. Pela RN51, o caminho mais curto de Purmamarca até a fronteira com o Chile, onde era possível abastecimento, o grupo percorreu uma distância de cerca de 500 km pela cordilheira, numa região belíssima, mas inóspita, a não ser pelas lhamas e vicunhas que atravessavam a pista de vez em quando. A RN51 também "corta" um enorme salar, onde havia um artesão vendendo esculturas feitas de sal. No trecho havia apenas um pequeno posto de combustível e restaurante (muito bom, diga-se de passagem) na metade do caminho.

Viagem de Moto ao Deserto do Atacama

Após o abastecimento e um bom lanche de tradicionais empanadas argentinas, os quatro amigos seguiram até a fronteira com o Chile, cerca de 200 km adiante, onde reabasteceram as motos e acabaram de chegar a San Pedro do Atacama, já no início da noite.

O porém ficou por conta do intenso frio que o grupo enfrentou na descida da cordilheira antes de chegar a San Pedro. É que os últimos 50 km foram percorridos já após o sol se pôr e a temperatura externa era de cerca de cinco graus negativos, segundo alguns nativos, mas a sensação térmica resultante do vento era de dez ou quinze graus negativos. A solução era parar rapidamente e colocar as mãos no escapamento das motos para dar uma aquecida, apesar de todos estarem usando camiseta e/ou segunda pele, jaqueta com forro e capa de chuva para diminuir a sensação causada pelo vento.

A chegada à agitada San Pedro foi interessante, depois de mais de hora aguardando na fila, para passar pelo criterioso e burocrático serviço de imigração chileno, chegaram ao centro da cidade já bem tarde e os restaurantes já estavam fechando. Nenhum dos quatro amigos havia feito o câmbio pela moeda chilena e o único restaurante que encontraram ainda aberto após se instalarem num hotel não aceitava cartões de crédito. O problema foi contornado pelo velho jeitinho brasileiro. Após alguma conversa o grupo conseguiu convencer o gerente a aceitar o pagamento em pesos argentinos com a condição de retorno no dia seguinte para troca por peso chileno. Com a fome que todos estavam, algumas cervejas, coca cola e uma estranha panqueca recheada com carne e acompanhada de salada foi uma iguaria muito apreciada.

Viagem de Moto ao Deserto do Atacama

O grupo passou duas noites em San Pedro, tendo deixado as motos num merecido "descanso" no hotel enquanto fez alguns dos vários passeios turísticos oferecidos na cidade, como os belos "Vale de la Luna" e "Geisers del Tatio". A cidade, apesar de aparentar o contrário pelas suas ruas de terra, oferece boa infraestrutura e é povoada por mochileiros e turistas de várias partes do mundo, principalmente europeus. Em San Pedro os quatro curvelanos conheceram mais dois motociclistas, os brasilienses Júlio e Barão, que também estavam em viagem e retornavam de Machu Pichu (Peru). O grupo logo fez amizade com os dois e todos juntos almoçaram pratos à base de carne regados a Pisco Sours, deliciosa bebida típica à base de limão e pisco, a "cachaça" chilena, num bom restaurante típico cujo simpático garçom, que era nativo, já havia morado nas ruas em várias cidades brasileiras fazendo malabarismos nos sinais de trânsito. O garçom era realmente boa praça e conhecia todas as gírias das ruas brasileiras. Após trocarem informações sobre as histórias, as estradas, os destinos e se aconselharem mutuamente, os brasilienses e curvelanos se separaram, já que estavam hospedados em hotéis diferentes.

O retorno se iniciou no nono dia, após os quatro amigos aguardarem por mais de duas horas na fila do serviço de imigração para "dar saída" do Chile e, por orientação de alguns locais, a turma resolveu seguir uma rota diferente da percorrida na ida. A informação de que a estrada era boa e que havia postos de abastecimento não se confirmou. Após percorrerem cerca de 100 km em estradas realmente boas, o asfalto foi piorando até acabar, iniciando uma estrada de sal, o qual o grupo percorreu por mais uns 50 km. A partir daí a estrada passou a ser de terra e foi piorando gradualmente, de forma que era impossível atingir velocidades acima dos 50 km/h. Como a velocidade imprimida diminuiu drasticamente, aumentou o tempo gasto no percurso e, à medida que o sol se punha, a temperatura baixava drasticamente. Quando o grupo passou pelo posto militar do Ministério do Interior Argentino, em Paso Sico, ainda numa região de deserto, achou por bem pedir abrigo aos militares argentinos, que cederam um velho alojamento abandonado, mas limpo, com colchões e cobertores para os brasileiros passassem a noite abrigados do tempo. E o frio foi tanto que a água do vaso sanitário e das torneiras do alojamento congelou durante a noite. Se o grupo tivesse insistido em seguir viagem ao invés de pedir abrigo, certamente teria passado por apuros, já que não portavam roupas apropriadas para o clima noturno do deserto e o povoado mais próximo onde poderiam encontrar abrigo, comida e combustível, ficava a cerca de 70 km adiante. Nesse dia o grupo percorreu apenas 250 km, aproximadamente, devido à condição da estrada e à chegada da noite.

Viagem de Moto ao Deserto do Atacama

No décimo dia, após muito agradecer aos piedosos militares hermanos, o grupo prosseguiu, indo da base argentina em Paso Sico até o próximo povoado, 63 km à frente, onde foi necessário adquirir nafta (gasolina) a um preço bem mais alto que o usual através de locais que estocavam combustível para venda a quem precisasse, já que o posto mais próximo ficava quase 100 km adiante, onde foi necessária nova parada antes de chegar a Salta, grande e bonita cidade turística argentina, onde o grupo pernoitou após finalmente experimentar um delicioso bife de "chorizo". Até Salta o grupo percorreu cerca de 300/350km.

Viagem de Moto ao Atacama

No dia seguinte (décimo primeiro) a turma fez um passeio para conhecer os pontos turísticos da cidade, como a "Plaza Nove de Julho" e a belíssima Basílica de Salta, construída no fim da década de 40 pelo povo e pelo governo da província em homenagem à "Virgem del Milagro", que teria salvado a vida de milhares de habitantes em agosto de 1948, quando um forte terremoto sacudiu a cidade.

Viagem de Moto ao Deserto do Atacama

Após lavarem e lubrificarem as motos, partiram novamente em direção à região "del Chaco", com destino a Presidente Roque Sáenz Peña, que é a segunda cidade mais populosa da província de Chaco, com cerca de oitenta mil habitantes. Ali, como em toda região do Chaco, o clima é extremamente quente e úmido e, devido ao desconforto causado pelo calor, esse foi um dos dias mais cansativos da viagem. Contudo, os quatro brasileiros chegaram à cidade já à noite e só precisaram de um bom banho frio e um lanche para dormirem tranqüilos no conforto do ar-condicionado do quarto do hotel. O total percorrido no dia foi de aproximadamente 665km.

No décimo segundo dia a jornada se reiniciou cedo e o grupo seguiu pela RN16 e RN12 com destino à fronteira com o Brasil. A parada para almoço se deu na pitoresca cidade de Ituzaingó, cujo povo, seguindo a tradição dos colonizadores espanhóis, interrompe todas as atividades das 12 às 16hs para a "siesta". A cidade é bem cuidada, tranqüila, e possui uma bela represa como atração turística e um suntuoso "casino" às margens da mesma. O grupo ainda cruzou grandes cidades argentinas como Posadas e Corrientes até chegar por volta das 22 horas à Puerto Iguazu, do lado argentino, que faz fronteira com Foz do Iguaçu, do lado brasileiro. Lá se deu o último abastecimento em terras argentinas para "torrar" os pesos que restavam à turma e a viagem prosseguiu com o cruzamento da fronteira, sem problemas. O senão ficou por conta de um pequeno contratempo com corruptos policiais argentinos, ainda em Corrientes, que tentaram extorquir algum dinheiro do grupo sob a alegação de que este tinha cometido infração de trânsito ao ultrapassar na faixa contínua numa ponte, fato que não ocorreu. Após algum tempo conversando educadamente com os policiais e explicando que nenhum dos integrantes do grupo tinha cometido a alegada infração, todos foram liberados independente de multa ou do pagamento de propina. A chegada ao hotel em Foz do Iguaçu se deu por volta das 23 horas e, de tão cansados, os quatro aventureiros preferiram pedir uns sanduíches e comer no próprio hotel. O grupo percorreu cerca de 820 km nesse dia.

No décimo terceiro dia os quatro saíram de "Foz" e seguiram pelas ótimas estradas do Paraná com a pretensão de chegar a Assis, no estado de São Paulo, mas devido ao trânsito e a uma pesada chuva, pararam em Maringá já no fim da tarde, onde pernoitaram. Apesar das boas estradas, o preço do pedágio é extorsivo, como dito anteriormente e a cada 70/80 km existe um posto de controle. Foram cerca de seis pedágios até o estado de São Paulo e o total percorrido foi de cerca de 420 km.

No décimo quarto dia o grupo saiu novamente cedo de Maringá, atravessou todo o estado de São Paulo pelas rodovias Castelo Branco e Fernão Dias até as Minas Gerais e parou, já no início da noite, em Estiva, pequena cidade próxima a Pouso Alegre. Após um bom lanche na padaria da cidade sob olhares de muitos curiosos, que assim como os demais habitantes de todas as cidades que o grupo passou, ficavam admirados com a distância e o tempo gasto na viagem, bem como com a coragem dos motociclistas, estes foram dormir numa pensão. O grupo percorreu uns 800km neste penúltimo dia.

No décimo quinto e último dia de viagem, o grupo saiu logo após o café da manhã e cruzou a movimentada Fernão Dias até chegar, ainda cedo, a Betim/MG, onde teve um delicioso almoço caseiro na residência do Lu, na companhia do seu filho e também motociclista (trilheiro) José Victor, de 12 anos, que recebeu a todos com muito entusiasmo e carinho. Ali permaneceram Lu e Duílio, seguindo Rafael e Márcio até Curvelo, onde também foram recebidos carinhosamente por seus respectivos familiares, saudosos e aliviados pelo retorno dos "bravos". A distância percorrida até Betim foi de 390 km e até Curvelo foi de 550 km.

A aventura foi fechada com chave de ouro no dia seguinte por um churrasco oferecido pelos queridos Dircélia e Dirceu, pais do aventureiro Duílio, que na companhia dos outros três integrantes da aventura e de seus familiares, foram homenageados com uma bela faixa oferecida pelo Lito, irmão do Lu e do Márcio.

Recepção calorosa pelos familiares em Curvelo.
Recepção calorosa pelos familiares em Curvelo.
Na ordem, Maurílio (Lú), Duílio, Rafael e Márcio

Essa foi a história de aventura de quatro amigos que, com determinação, força de vontade, coragem e apoio de seus queridos familiares, cruzaram várias estradas de três países sul-americanos, além do Brasil, pilotando suas motocicletas em busca de um sonho. E se você pensa que eles estão cansados após tanto tempo e tamanha distância sobre uma moto, a resposta é que eles já planejam uma nova aventura ainda maior para o próximo ano.

Comentários (74)

  1. Rodrigo

E ae galera, tudo bom? Meu nome é Rodrigo, sou funcionario publico e fotografo, moro em Maringá - Pr. Faz tempo que to babando do e pesquisando essas viagens, tipo pela america do sul. to querendo ir no fim deste ano de 2015 ou janeiro de 2016, queria fazer um tour (economico) pela america do sul, Peru, Chile, etc. mas nao consigo encontrar ninguem pra ir junto! por acaso vcs tem alguma viagem planejada e que eu poderia ir, ou conhecem alguem que irao fazer alguma por esses tempos? Ficaria contente se me indicassem alguma. abço a todos(as). rodrigo.delimabatista6@gmail.com - face:rodrigo lima fotografias - Waths: 44 9968 6348.

  1. Rômulo Provetti    Rodrigo

Olá Rodrigo. Dê uma olhada no fórum aqui do site. Algumas pessoas estão planejando viagens pela América do Sul. Se não tiver uma que atenda seus planos, abra um tópico: http://viagemdemoto.com/forum/companhia-para-viajar

  1. MARCELO DUQUE

GOSTARIA DE SABER PORQUE VCS NÃO FORAM ATÉ O DESERTO DO ATACAMO. È MUITO DISTANTE DE SAN PEDRO DE ATACAMA;;;

  1. Rafael de Figueiredo Barata    MARCELO DUQUE

Caro Marcelo, fomos sim até o deserto. San Pedro de Atacama está localizada no meio do deserto que leva o mesmo nome, e no retorno, passamos por Paso Sico, que é o "paso" fronteiriço que liga o Chile à Argentina, e corta boa parte do Deserto do Atacama. Nós só não fomos à "Mão de Deus/Mão do Deserto" porque dista uns 300km de San Pedro, e fica depois de Antofagasta, já na costa do pacífico, onde iremos este ano, passando por Peru e Bolívia.

  1. Alexandre Pestana

Parabens ! Gostei muito do Relato.

  1. antonio carlos bertão

valeu, gostei do relato, estamos programando para set\out 2013 esse trajeto.

  1. Raul Pasqualin

Leio os relatos e fico lembrando dessa aventura que fiz com meu filho no final do ano. Eu diria que é fundamental tomar cuidado com o calor no Chaco argentino que é muito complicado, luvas boas para o frio no trecho de Purmamarca a San Pedro de Atacama, um tanque de gasolina de reserva para não estressar com a falta de postos, testar as ferramentas antes da viagem (bujão do óleo com a chave da moto é quase impossível de soltar), começar sempre os trajetos bem cedo pra evitar chegar nos destinos a noite e muitíssimo cuidado com os acostamentos que são sempre de pedrinhas soltas e areia. De resto é curtir as paisagens que são únicas. Ah, entre Salta e Jujuy ir pela estrada antiga "La Corniza", uma estradinha asfaltada, bem estreita, sinuosa e cheia de curvas de até primeira marcha com paisagens muito bonitas. + ou - uns 40 Kms..

  1. José elias

Coragem coragem se voce e tudo que pensa e faz ,velho Rzulzito,gostei da viagem vou nessa com apenas um amigo,algun conselho ? Parabens aos quatro elias sao Paulo

  1. Rafael de Figueiredo Barata    José elias

Obrigado, amigo. Conselhos temos muitos. Organize bem a viagem, abasteça sempre a cada 150km rodados e cuidado com animais na pista no Chaco Argentino. O melhor mesmo é vc pergungar as dúvidas que tiver e vamos esclarecendo, dentro das nossas possibilidades. Abraços e boa sorte. Quais motos usarão e quantos dias pretendem gastar? Média de US$80,00 a 100,00 por dia é o recomendado para todas as despesas.

  1. CLÁUDIO

Parabéns primeiramente, sempre quis fazer algo parecido e a cada dia que passa, alimento ainda mais o meu sonho, planejo sair em viajem parecida (02\03\2015), um dia após completar 50 anos, gostaria de receber mais informações de como fazer esta viajem, como, o que levar (roupa, agasalhos, ferramentas, equipamentos digitais...), estarei aguardando. Até agora tem dois loucos, eu e meu cunhado, ambos com intensão de adquirir GS800, para fazer o grande passeio, devo estar adquirindo um ano antes, para poder acostumar com a moto. No mais um grande abraço e quem sabem numa destas viajens possamos fazer juntos ou encontrar pelas estradas da vida.

  1. Rafael de Figueiredo Barata    CLÁUDIO

Obrigado, Cláudio. Viagens como esta fazem muito bem à alma e você só terá essa convicção depois que experimentar, portanto, se tem vontade, parta o quanto antes. O Rômulo(Provetti), além de amigo, é meu guru. Sigo os passos dele, inclusive nas viagens, e ele indicou muito bem o que levar na bagagem no link postado na resposta. A única observação que faço é: sendo possível, evite malas laterais. Elas aumentam muito o arrasto aerodinâmico e, consequentemente, o consumo. O ideal é levar poucas peças de roupa e de preferência daquelas malhas que secam rápido, podendo ser lavadas à tardinha quando chegarem ao hotel e reutilizadas no dia seguinte. Câmera eu levo sempre a menor possível, que caiba no bolso e tenha bateria recarregável e de longa duração. Paradas curtas para fotos e alongamento. Traçando a rota e colhendo informações com antecedência, o GPS é dispensável, mas é óbvio que facilita se já possuírem o equipamento. É uma comodidade, mas acho até mais divertido ir analisando os caminhos traçados no papel e descobrindo caminhos sem o GPS, que não nos fez falta nenhuma. A preparação é muito importante e quanto mais preparação, menos risco de imprevistos, mas não fique preso a muitos detalhes porque se não você acaba desistindo ou adiando a viagem. Eu decidi e parti com apenas 3 meses de preparação e foi mais por causa do dinheiro, pois teria ido até antes se já dispusesse de reservas. Qualquer dúvida estou às ordens(38-9147-5242 TIM).
Abraços e boas estradas.

  1. Joao victor    Rafael de Figueiredo Barata

Oi,galera esse site foi indicado por meu professor Marcio e achei bem legal esta viagem inclusive ele já explicou na nossa sala de aula como foi sinistro parábens espero q surja um dia de querer fazer foi uma viagem sinistra achei muito legal

  1. Rafael de Figueiredo Barata    Joao victor

Que bacana, João Victor, o seu professor Márcio a que vc se refere é o que participou da viagem, o Márcio Vasconcelos? Vc faz curso de mecânica com ele? Se for, está de parabéns, bem bacana, ele é o cara, saca muito de motos e motores. Caso não seja ele o seu professor e queira mais detalhes dessa ou de outras viagens que já fiz, estou às ordens, é só colocá-lo em contato comigo pelo e-mail(rfbarataadv@yahoo.com.br) Abraços.

  1. Rômulo Provetti    CLÁUDIO

Bacana seus planos, Cláudio. É sempre bom ter um objetivo.

O Rafael deve te responder daqui a pouco, mas sobre o que levar, dê uma olhada neste artigo que te dá algumas dicas: http://www.viagemdemoto.com/index.php/dicas/456-dicas-bagagem-viagem-de-moto

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  1. Bruno Sanches

Sensacional!!!

A viagem dos meus sonhos.

Cara, seria extremamente útil se fosse citado quanto R$ cada uma gastou no total.

  1. Rafael de Figueiredo Barata    Bruno Sanches

Amigo, nossa viagem foi muito econômica, pois optamos por pernoitar sempre em hotéis simples ou alberges. A alimentação nos países que visitamos era muito barata e a hospedagem idem. O gasto total de cada companheiro viajou devido à diferença de consumo de cada moto e do próprio piloto. Eu, que tinha a moto mais econômica(G650, com média de 27km/l) e que não bebia cerveja(cerca de R$15,00 a garrafa de 1L) durante as paradas à noite gastei R$2.200,00, excluídas as despesas com seguro da moto e equipamentos. Qualquer dúvida estou às ordens.

  1. Luiz Roberto Marques Santos Ju

Parabéns pela viagem, maravilhosa! Por favor, me diga como a XJ se comportou com relação a conforto. Muito complicado viajar longas distâncias com esse tipo de moto (naked e/ou sem parabrisa)?

Prezado Luiz Roberto Marques Santos, obrigado pelas felicitações. Quanto às dúvidas, não falo por mim, que fui de G650, mas o amigo da XJ, que já tem mais de 40 anos(não que isso seja empecilho), não reclamou quanto à falta de conforto do assento ou da falta de bolha, até porque sempre respeitamos o limite de 110km/h. Pior foi o amigo que tava na Dyna, pois a suspensão é bem dura e incomodava nos trechos de pior asfaltamento, mas nada é sacrifício pra quem gosta de viajar de moto. abraço.

  1. Raul Pasqualin    Luiz Roberto Marques Santos Ju

Luiz Roberto, acredito que vc. tenha escrito XJ ao invés de XT, caso contrario minha resposta não vale. Veja, com relação ao vento depende da velocidade de cruzeiro que vc adota, no sosso caso andamos sempre entre 100 e 120 até para poupar gasolina, e a Falcon do meu filho. O problema maior da XT é o banco que é estreito e duro. Bem antes da viagem eu comprei uma banco daqueles de 2 níveis no centro em SP, tirei a capa e esculpi a espuma até chegar num ponto que ficasse confortável para mim. Aí levei para um tapeceiro e fiz outra capa. Ficou excelente e eu não tive o menor desconforto com ele. Nesse trajeto é muito engraçado porque vc vê muita gente com almofada do sofá da mamãe amarrada no banco pra aliviar a bunda rsrsrs. Ainda, eu sou grande e pesado, esses bancos de 2 níveis que são feitos por aí, deixam muito pouco espaço para quem vai na frente e o saco vai espremido no tanque. Se vc for pequeno tudo bem, mas para gente maior eles não resolvem a questão.

  1. Raul Pasqualin

Geraldo, a Falcon perdeu potencia, assim como a 660 também, mas nada que comprometesse a viagem. Na altitude mantínhamos um ritmo de 100 até pra economizar combustivel uma vez que não sabíamos se ia faltar posto. Em Humauaca não tinha gasolina no posto e em Tilcara tivemos que esperar o caminhão chegar e descarregar... A Falcon foi muitíssimo bem. Esse negocio de que sem muita cilindrada não dá pra fazer essa viagem é historia pra boi dormir. Quando subimos pra 4.170 mts depois de Purmamarca paramos pra tirar fotos e descansar, aí passa um casal de brasileiros com uma Fazer 250, com malas pra tudo quanto é lado...
Sim, fomos direto de Taltal para La Serena e de lá para Los Andes. Los Andes está antes de Santiago pra quem vem do norte e como só iriamos parar pra dormir preferimos ir direto.

  1. Raul Pasqualin

Mais uma vez, parabéns pela aventura.
No dia 15 de jan ultimo eu e meu filho completamos um giro de 25 dias saindo de SP para Foz do Igaçu, cruzando o Chaco argentino de Puerto Iguazu até Salta, depois San Pedro de Atacama pelo Paso de Jama, Taltal e Los Andes no Chile, depois Mendoza, Buenos Aires, travessia para Colonia pelo Buquebus, Montevideo até Chuí, depois de volta ao Brasil parando em Mostardas, Florianópolis, Curitiba e SP. Usamos uma XT 660 e uma Falcon carburada, e no fim de 8.700 kms o saldo foi de um pneu furado na Falcon e um fusível de pisca-pisca na XT 660. Parabéns industria nacional.
Uma aventura unica.

  1. GERALDO MACIEL    Raul Pasqualin

grande pasqualin;estrada é tudo de bom.depois fala pra nós ai como foi o compórtamento da carburada nas altitudes;ela na engoliu o folego?.vc foi de taltal para los andes sem passar em santiago?abraços.

  1. Raul Pasqualin

Amigos.

Primeiro parabéns pela viagem.
Eu vou sair de SP no dia 20/12 com meu filho em duas motos para um roteiro até San Pedro de Atacama, porém vamos extender a volta indo por Antofagasta na costa do Chile, Santiago, Mendoza, Buenos Aires, Montevideo e São Paulo.
Gostaria de saber de vocês como a Falcon se saiu na altitude por ser carburada. Eu vou com uma XT 660 e meu filho com a Falcon, e estamos preocupados com o desempenho da Falcon no ar mais rarefeito.
Outras preocupações são com o calor e ainda com a autonomia das duas motos, que é bem pequena.
Agradeceria receber sua ajuda com essas informações.
Obrigado e abraços,
Raul

  1. Rafael de Figueiredo    Raul Pasqualin

Obrigado pelas congratulações. Boa viagem a vocês e que Deus os acompanhe.

  1. maciel    Rafael de Figueiredo

raul pasqualin;minha opiniao é a mesma do romulo e tenho relatos de muita corrupçao por parte da policia paraguaia.eu mais meus amigos evitamos passar por lá entao descemos a argentina em direçao a corrientes apartir de foz do iguaçu.de preferencia durma em jujui ou em purmamarca e atravesse a fronteira pela manha do dia seguinte.em antofogasta durma no hotel marina;fica as margens do pacífico e é barato.de lá vá até a mao do deserto para tirar fotos e volte um pouco e siga para paposo para que desça para santiago pela costa do pacífico.vc terá belas paisagens litoraneas.vasculhe o google earth para vc traçar seu plano e ver as cidades onde dormirá.

  1. Raul Pasqualin    maciel

Maciel. Obrigado pelas dicas. Vou programar então para dar a volta no Paraguay. Acredito que quanto mais perto de San Pedro de Atacama dormirmos (Purmamarca) melhor, assim poderemos aproveitar com mais tempo essa parte da viagem. A dicas para Antofagasta são as primeiras que eu tenho.
Muito legal. Abrs. Raul

  1. Rafael de F. Barata    Raul Pasqualin

Se pretender pegar trecho somente asfaltado, indico a rota: Foz do Iguaçu, Asunción(PAR), Pampa del Infierno(ARG), San Salvador de Jujuy(ARG), Purmamarca(ARG), San Pedro de Atacama(CHI), lembrando que esse último trecho não está no google mas é muito bem pavimentado e com belíssimas paisagens, bastando sair de S. S. de Jujuy com destino a Purmamarca (pegando a RN9 e a RN52) (passando por Paso Jama). Se pretender um trecho de terra, que não indico na época que você escolheu devido ao risco de chuvas torrenciais e trechos complicados com atoleiros na terra, você pode ir até Monte Quemado, sair de lá com destino à JUJUY/SALTA pela RN16, só que, quando chegar no trevo, ao invés de ir à esquerda, sentido Jujuy, virar à direita, sentido Salta, de lá, você pega sentido Paso Sico, atravessa o deserto por estradas de terra e sal, e chega a San Pedro de Atacama. Se optar por essa rota, saia bem cedinho de Salta para não ficar no meio do deserto à noite, ok? Abraços e boa viagem. Depois, compartilhe fotos e histórias, podendo mandar direto no meu e-mail.

  1. Rafael de Figueiredo    Raul Pasqualin

Prezado Raul, a Falcon perdeu rendimento na altitude, mas nada que comprometesse a viagem. O ideal é pernoitar em S.S de Jujuy ou Purmamarca, ou em Salta, dependendo do caminho que traçaram, e sair de uma dessas localidades bem cedo para chegarem antes do pôr do sol à San Pedro de Atacama. Abastecendo em Jujuy e depois em Tilcara, próximo à Purmamarca, dá pra chegar tranquilo até o próximo posto que fica no alto da cordilheira, depois de abastecer lá, obrigatoriamente, terão que abastecer na fronteira, mas se der pra levar um galão homologado com uns 5L de gasolina é prudente, pois a autonomia da Falcon diminui muito na altitude tb. Quanto ao calor, não saberemos informar, pois pegamos -4° na cordilheira e muito calor(40°) apenas na região del Chaco(Arg). Boa sorte, é um prazer ajudar...(rfbarata@bol.com.br)

  1. Raul Pasqualin    Rafael de Figueiredo

Prezados,
Muito obrigado pelas respostas.
Pois é, o meu medo são esses 40 graus...
Ainda, vcs sabem da existencia de algum tanque homologado para transportar gasolina?
Abrs.
Raul

  1. Patricia Roquette

Lindas paisagens ! Parabens por escolher esse lindo deserto....

  1. Sergio

Parabéns rapazes, penso em fazer essa mesma viagem entre dia 31/12 e 25/01/2013, peço que entrem em contato comigo pois preciso de mais detalhes dessa viagem.
Obrigado.

Fioravanti/Sorocaba/SP

  1. Rafael de Figueiredo    Sergio

Prezado Fioravanti, obrigado pelas congratulações. Meu e-mail é rfbarata@bol.com.br, caso queira entrar em contato e trocar informações sobre a rota, só creio que a época escolhida por você está sujeita à muitas intempéries(chuva forte), dificultando a travessia pelos deslisamentos ocorridos na cordilheira e principalmente nos trechos de terra, caso opte por estes, mas muita gente escolhe os meses de janeiro e vai sem problemas.

  1. Dircélia Camilo

Vocês não sonharam, vocês FORAM.

Parabéns aos quatro amigos, pois com responsabilidade, coragem, determinação... venceram um desafio fascinante.
Rafael, Márcio e Lu, muito obrigada por ter cuidado de Duílio.
E que venham os próximos destinos.

  1. Rafael de Figueiredo    Dircélia Camilo

é isso aí, que venham os próximos destinos e desafios. Não creio que tenhamos cuidado do Duílio, demonstrou ter bastante maturidade, apesar da pouca idade, para cuidar de si mesmo e dos outros integrantes, ótimo companheiro e desde então um grande amigo...

  1. Dircélia    Rafael de Figueiredo

[i]Concordo. Duílio é muito responsável, e é meu melhor amigo.

  1. maciel

fiz essa viagem ao chile tambem no início do ano em janeiro e fevereiro com mais tres amigos.sou de ipatinga ;saímos do brasil por foz do iguaçu e entramos na argentina ,passamo por corrientes e fomos em sentidoa salta.de la fomos para purmamarca, passamos pela cuesta de lipan e fomos pra sao pedro do atacama.de lá pra antofogasta costa do pacífico até santiago e voltamos pelos caracoles chilenos em sentido a mendoza.

  1. henrique    maciel

# maciel ESTOU PROGRAMANDO ESTA VIAGEM. SOU DE IPATINGA. ME LIGA SE POSSÍVEL PARA QUE POSSA ME PASSAR UMAS DICAS. TRABALHO NA CÂMARA E UM AMIGO MEU O SERGIO É DONO DA ASTEC NO IGUAÇU. FONES 0318859-6262 E 03192640000

  1. maciel    henrique

henrique;estou a sua disposiçao para qualquer esclarecimento que esteja ao meu alcance.meu email é ;macielamazonas@ibest.com.br.te ligarei.

  1. Rafael de Figueiredo Barata    henrique

Prezado amigo, Vou te ligar sim. Estou de férias no exterior, mas volto em alguns dias e assim que chegar te ligo pra passar as dicas...

  1. henrique    maciel

ESTOU PROGRAMANDO ESTA VIAGEM. SOU DE IPATINGA. ME LIGA SE POSSÍVEL PARA QUE POSSA ME PASSAR UMAS DICAS. TRABALHO NA CÂMARA E UM AMIGO MEU O SERGIO É DONO DA ASTEC NO IGUAÇU. FONES 0318859-6262 E 03192640000

  1. Raul Pasqualin    maciel

Maciel.
Vou fazer agora uma viajem parecida com a sua. Minha duvida ainda está se corto o Paraguay direto pela R81 e vou direto para San Salvador de Jujuy, ou baixo pelo norte da Argentina e passo por Salta antes de Jujuy. Em termos de distancia o percurso é menor, mas não consigo nenhuma outra informação que me ajude a definir.
Agradeceria poder contar com sua ajuda.
Abrs.
Raul

  1. Rômulo Provetti    Raul Pasqualin

Raul, já fiz os dois percursos e em termos de distância e tempo não faz diferença. Acho que vale a pena passar pelo Paraguai somente se quiser acrescentar um país na sua rota. Caso contrário, é uma fronteira a menos para atravessar, reduzindo a burocracia.

  1. Rafael de Figueiredo    maciel

A rota que vc fez é um pouco mais longa e creio ter paisagens extras ainda mais belas pelo sul da Argentina, especificamente entre Santiago e Mendoza. Quero fazer essa rota ano que vem, daí não sei se voltarei pelo mesmo caminho ou se subirei até Antofagasta e de lá a San Pedro para retornar pelo caminho que já conheço. Abç.

  1. Barra Mansa

Parabéns, aos quatro amigos pelo sucesso da viagem. Barra Mansa

  1. Rafael de Figueiredo    Barra Mansa

Valeu! No próximo ano estarei(emos) na estrada novamente...

  1. Geraldo Alves

Nossa! Que cenário fantástico!!! Espetácular!!!

  1. Rafael de Figueiredo    Geraldo Alves

Valeu

Nossa! Que cenário fantástico!!! Espetácular!!!

  1. RICARDO MOTOPATOS

VALEU GALERA,UMA VIAGEM FANTÁSTICA.
VER O SORRISO NO ROSTO DE AMIGOS NÃO TEM PREÇO.

  1. AndreOliveira

Muita gente reclama de Corrientes, até argentinos. Muita gente enrola a polícia caminera até eles cansarem e liberarem a passagem. O pior é que não tem outra ponte na proximidades.

  1. Rafael de Figueiredo    AndreOliveira

Não posso falar com muita propriedade, pois foi a primeira vez que passei por ali, mas no nosso caso não enrolamos a polícia caminera, pois não havíamos feito nada de errado, após verem que não cederíamos, nos liberaram. Valeu pelo comentário.

  1. Marco Antônio

Bela viagem e belas fotos. parabéns

  1. Adilson Ferreira Machado

Pois é Rafael, acabei não resistindo aguardar e li seu belo relato, além das lindas imagens registradas... Deve ser efeito dessa magia do Atacama que fica impregnada em nossas mentes! Obrigado pela "carona" que me permitiu voltar à estrada novamente, grande abraço meu novo amigo!

  1. Rafael de Figueiredo    Adilson Ferreira Machado

Prezado Adilson, então é isso mesmo, a moto tem esse poder de unir as pessoas e criar novas amizades. Valeu, eu também viagem e até me angustiei com suas aventuras, quem sabe não topamos por aí. Abarção.

  1. gentil alves campos

ta de volta as estradas de novo em Marcio? e isso ai, uma viagem e tanto essa ai muito show. boa sorte ai na proxima viagem. abraçao.

  1. Marcone

Parabens à vc Rafael e à seus 3 amigos!!!! Achei super legal, que Deus abençoe cada um de vcs sampre!!!

  1. José Dias

Relatos desse tipo nutre nossos sonhos de realizar uma viagem dessa, só quem ama andar de moto sabe o que se sente durante um passeio desse, parabésn a todos.

  1. rosangela fernandes

Meus Deus, que loucura boa! Ainda bem que tudo deu certo.. Só penso na aflição de seus familiares mas, tudo vale a pena se a vida não é pequena. Valeu Parabéns!

  1. Iolanda    rosangela fernandes

Puxa Duílio e amigos, que barato!
Aventura maravilhosa! Parabéns pela coragem e raça!

  1. Pedro Flores

Show de bola galera! Viagem fantástica!

  1. Alex - Dragrões -M

Parabéns, realmente é uma viagem fantástica.
Abraços, Alex.

  1. Eduardo Rigotto

Estou impressionado com a determinação de vocês, algum dia ainda terei essa coragem! Parabéns aos 4 amigos corajosos amigos!

  1. Rodolfo Fonseca

Muito legal caros Curvelanos. Caro Rafael, gostei muito do artigo. Quem sabe, um dia, eu possa acompanhá-los em uma aventura como esta! Só teria que mudar a moto porque quebrar a coluna em longos trechos não é fácil KKKK!!!

  1. Rafael de Figueiredo    Rodolfo Fonseca

É verdade, de esportiva seria dureza, mas tem doido que vai...rsrsr. Conheci um cara que foi de R1 de São Paulo ao Deserto do Atacama.

  1. Paula Tameirão

Bacana demais, Du! Adorei!!! =)

  1. Lucas Chaves

Fantástico!! Alimentou ainda mais meu sonho de fazer o mesmo!

  1. Rachel T

Que aventura, Du! Adorei as fotos!

  1. vanildasoares

Show de moto Duilio,parabens pela coragem de enfrentar essa aventura.

  1. Helbert Vinicius

Mto show essa viagem de vcs, uma aventura e tanto.. Parabéns galera.

  1. geraldo marcio

parabens,vc foram fantásticos

  1. Ariane

Parabéns. :roll:

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