Entrar

12 mil km de Bros 150 pelo Brasil

35º dia - Lençóis Maranhenses

Viagem de Moto Brasil

O motorista tem que ter braço para andar nas dunas. Realmente é bonito e compensador o passeio de Atins e os 110 reais gastos. Sem palavras, vale a pena o passeio.
Se tiverem dinheiro, façam também o de barco, que dizem ser bonito.

36º dia - Delta das Américas

Viagem de Moto Brasil

Na noite anterior, conversando com algumas pessoas, todas me deram a orientação para passar pela estrada nova, para seguir até Jericoacoara. Em um dia, saindo de Maranhão, atravessei Piauí e dormi no Ceará.

37º dia - Jericoacoara

Viagem de Moto Brasil

Acordei cedo para ir conhecer a tão falada Vila de Jericoacoara, mas acabei não conhecendo, por causa da areia e por ter que pagar. Tinha uma opção de transporte coletivo, que acho que era mais barato que os 120 reais que os aliciadores pediram.

38º dia - Medo de assalto

Quando acordei ainda eram 5 horas da manhã. Minha namorada já estava em Salvador e eu tinha dois dias para andar quase 1300 km até chegar a Lençóis. Não recomendo fazer o que eu fiz, porque foi muito arriscado.

Sai às 5h30 da manhã rumo a Petrolina., mas não sabia de Parnamirim (PE). Dos estados que eu rodei recomendo evitar Pernambuco, não gostei do tratamento que recebi das pessoas.

Às 16 horas eu cheguei a Salgueiro. De lá optei por ir por Parnamirim, que fica a aproximadamente 100 km de Petrolina. Andaria poucos quilômetros se eu fosse por Cabrobó, mas me falaram mal da cidade. Após me abastecer de informações contraditórias e caras fechadas e com a moto abastecida, segui para Parnamirim. De novo, muitos buracos e jegues. Cuidados!

39º dia - Mal humor

Se eu soubesse teria mais forças para dormir em Juazeiro, 15 km depois de Petrolina, outro ar de pessoas e lugar.

Eram 4 horas da manhã e tinha muitas muriçocas. Acordei com uma mulher pedindo ajuda e tentando convencer, quatro motoqueiros (não vou chamar de motociclistas porque recusaram ajudar à senhora). Recusaram levar a senhora até o condomínio onde ela morava, recusaram ligar para o marido dela, enfim, para mim foram uns FDP.

41º dia - Chapada Diamantina

Viagem de Moto Brasil

Após um café reforçado fomos para o Poço Azul, aonde os primeiros que chegam podem ficar muito tempo. Quando mais pessoas chegam é permitido permanecer no local apenas 20 minutos. Ela ficou encantada e agradecida, ficou maravilhada com o Rio Pratinha e com o Poço Azul.

42º dia - Chapada Diamantina

Viagem de Moto Brasil

Saímos cedo para conhecer Igatú, a Cidade de Pedras. Foi sofrido subir aquela estrada de pedras. Recomendo quem estiver em Andaraí, a não pegar a primeira entrada, a segunda de terra é melhor para carro e moto.

43º dia - Chapada Diamantina

Viagem de Moto Brasil

Acordamos cedo, pois tínhamos mais de 2 horas até Ibicoara. Seria o penúltimo lugar da Chapada que visitaríamos, depois seria Rio de Conta e ir embora para casa. Foi tudo normal até que entramos na estrada para Ibicoara, quando a moto deu uns peidos. Eu pensei que fosse gasolina ruim de Mucugê.

44º dia - Urandi

Logo cedo daquele sábado deu um barulho na roda da moto. Pensei que fosse rolamento. Fui até uma loja de motos e, para minha surpresa, o cubo quebrou. Rodamos a noite anterior toda com aquele problema e nada aconteceu. Gastei 250 reais com o cubo, rolamento, pastilha de freio e mão de obra.

45º Dia - Fim da viagem

Eram 7 horas quando partimos de Urandí. A viagem foi tranquila, tirando os FDP dos motoristas de carros pequenos, domingueiros. Enquanto não saímos da BR 135 para pegar a 040 foi uma tortura.