Saí do hotel achando que eram 5 horas da manhã, mas eram 4 horas. O fuso horário na Bolívia é uma hora a menos.

Paguei o pedágio ate Uyuni e a estrada é um tapete. Fui bem atento, pois haviam muitos animais na pista. Quando cheguei a Uyuni eram 7h40min no meu relógio. Empolgado, fui direto para o Salar onde eu sabia que a entrada não é em Uyuni e sim em Colchani, 13 Km ao norte de Uyuni.

A estrada até o Salar é muito ruim, tem muita areia e buracos. Na altura dos hotéis de sal a entrada já era visível. Segui até o memorial que fica a uns 8 km de Colchani. Lá tem bandeiras de vários países e um monumento do Dakar 2014. Fiquei no Salar de Uyuni por 3 horas e um guia me convidou para ir ao mirante que fica a 90 Km deste marco das bandeiras. Mas entrar no Salar com meio tanque e sozinho é meio arriscado. Se perder é fácil. Tudo muito branco e os carros de lá tem muita gasolina em galões caso eles se percam (o que é comum). Sozinho e com pouca gasolina é complicado se arriscar tanto. Mas ali já quase não via a borda e tudo tão igual.

Voltei para Uyuni e lavei a moto no único lava-carros aberto na cidade. Gasolina também é comum faltar nos postos de lá. Mas abasteci, sai às 12h e fui até Potosí, mas passei pela cidade e toquei direto até Tupiza.

Cheguei ao hotel por volta das 17 horas. Um detalhe, o pavimento entre Villazon à Potosí é muito bom, o que se destaca são os 60 km de pavimento de concreto que existe no caminho.

No hotel em Tupiza encontrei um grupo de argentinos com Tornados com IE que estava para seguir até Uyuni.

Percorri 700 km.

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