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Ola, amigos,

Este é o relato de uma viagem pela Transamazônica (BR-230), pela Rodovia Fantasma (BR-319) até Manaus e pela Cuiabá - Santarém (BR-163). Sairemos de Marabá rumo a Humaitá pela BR-230, depois BR-319 até Manaus onde pegaremos um barco até Santarém e de lá pela BR-163 até o Paraná.

Anapu, PA a Uruará, PA - 330 km

Neste dia dormimos um pouco mais, acordamos só às 5h30 e saímos às 7 horas. A moto do Fabio não deu nem sinal de partida. Por sorte o hotel ficava em uma parte alta e um tranco foi o suficiente.

Rodamos por uma estrada melhor. Berini, depois de um certo tempo, assumiu a frente e forçou o aumento da velocidade.

Uruará, PA a Itaituba, PA - 300 km

Rotina de Transamazônica: acordar às 5h30 e sair antes das 7 horas.

Estrada ficando cada vez melhor, mas sempre com muito trabalho por parte de construtoras que estão preparando a estrada para pavimentação. Em duas subidas íngremes havia caminhões que não deram conta de tracionar e voltaram para trás, dando um ELE, fechando a pista e interrompendo o trânsito. Mas nós conseguimos passar por um cantinho. Uma dessas subidas tinha até nome subida/descida da véia...

Manicoré, AM a Humaitá, AM - 190 km

Como meus amigos ficaram em Apuí, eu saí um pouco mais tarde, por volta das 8 horas.

Passei na Reserva Indígena, paguei o pedágio de R$ 10,00 conversei um pouco com o nativo, que mora em uma casa de madeira, usa roupa, tem carro e televisão com parabólica.

Humaitá, AM a Igapó-Açú, AM - 430 km

De roupa limpa, corpo acostumado à rotina e de ânimo renovado, levantamos às 4h30, reapertamos a bagagem que agora tinha mais 15 litros de combustível, 6 litros de água, 2 pacotes de bolacha e 4 refeições liofilizadas. Após um café rápido na cozinha do hotel, iniciamos a segunda fase da viagem, que seria atravessar de Humaitá a Manaus via BR-319, a Rodovia Fantasma.

Igapó-Açú, AM a Manaus, AM - 240 km

No dia seguinte cedo, depois de um ótimo café da manhã com pão caseiro, fomos ver Seu Edilson, chamar um boto para vermos, isso mesmo, no Igapó-Açú, eles domesticaram os botos, que sempre aparecem quando eles estão por perto da margem.

No café da manhã conhecemos o Michelle, um italiano que trabalha no Brasil e ainda mora na Itália. Estava viajando pelo Brasil por 75 dias em uma Falcon. Pensem em um camarada gente fina e louco. Elel foi encontrado na BR-319 sozinho e foi ajudado pelos catarinenses Luiz Carlos Honorio e seus amigos que também estavam fazendo a BR-230.

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