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Solo para Valientes

altAmanheceu muito frio na capital chilena, faziam - 2 °C quando saímos ao mercado localizado perto da casa do Juan para comprar o café da manhã.

Aproveitamos o dia e fomos primeiro ao centro para trocar alguns dólares por moeda chilena visto que havíamos "canbiado" somente o suficiente para chegar à casa do Juan em Maipú devido à cotação desfavorável no cambio do complexo Los Libertadores. Após um passeio pelo centro, fomos tomar um café no Macumba (con piernas porsupuesto) e nos dirigimos à rua Lira para comprar óleo de motor para as motos.

altEsta manhã e a noite foram mais brandas, o frio não foi muito intenso. Saímos tarde, por volta das 11:00 hs, para encontrar com os demais que participariam do encontro.

Em pouco tempo e com temperatura agradável seguimos no sentido sul da Panamericana até a cidade de San Javier, de onde saímos da ruta 5 e aproveitamos para almoçar no mercado central da cidade. Os pratos servidos foram cazuela de pato, cazuela de vacuno e lomo a lo pobre.

scuba11224Saímos cedo e caminhando fomos conhecer a praia e fazer alguns registros fotográficos da beleza do lugar bem como dos extensos danos causados pelo tsunami gerado pelo grande terremoto de 2010 que teve uma duração de cerca de 3 minutos e 8,8 graus na escala de magnitude de momento.

Desde que entramos no Chile semana passada ainda não havíamos visto nenhum dano considerável causado por esta catástrofe natural. A medida que nos aproximamos do epicentro deste, começamos a perceber a extensão dos danos.

altAmanheceu chovendo e nevando em Santiago, acordamos e fomos tomar um café que já havíamos comprado na noite anterior. Durante este nosso "desayuno" liga o Aliro avisando que o paso Libertadores estava fechado e que, consequentemente, não poderíamos passar à Argentina. Já desconfiámos deste probleminha pois o tempo ruim que nos acompanhou do sul chegou junto à região metropolitana e era quase certo que havia nevado forte na cordilheira. Havia chovido forte toda a noite em Santiago.

cuba11558Levantamos cedo pois o dia seria longo. Começamos a rodar por volta das 8 horas, passamos com muito frio pelas cidades de Rio Cuarto e Venado Tuerto. Paramos para um almoço perto de Rosario e tocamos na Argentina por Victória até a fronteiriça Gualeguaychu.

Chegando na aduana, primeiro ouvimos umas piadas referente ao futebol e Copa América, tudo numa boa, e eu até que gostei pois dei corda e eles esqueceram de me pedir o seguro carta verde que não fiz. Tudo pronto, abastecemos as motos no primeiro Ancap de Fray Bentos e tocamos pela ruta 2 já de noite passando por Mercedes, Cardona até chegar à casa de nossos companheiros de viagem em Trinidad, departamento de Flores, por volta das 21 horas.

Dia 17 : Trinidad (Uru) - Santa Maria - 600 km

Amaheceu um dia horroroso, a vontade de ficar dormindo e descansar mais um pouco era grande mas, a vontade de chegar em casa era maior, então levantamos, o Ruben preparou um excelente café da manhã, arrumamos as tralhas, colocamos o resto da gasolina reserva que carregávamos e, por volta das 10:00 h saímos debaixo de chuva em direção a Durazno onde completamos o tanque das motos e seguimos pela ruta 5.

Em Tacuarembó a chuva parou e não nos atrapalhou mais. Chegamos em Rivera por volta das 14:00 h, trocamos o restante dos pesos que carregávamos, fizemos um lanche no posto de gasolina e cabo enrolado até Santa Maria, onde chegamos por volta das 17:30 h.

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