Enfrentamos fortes ventos laterais na região de Extremadura, que nos obrigaram a andar em velocidades mais baixas. Com isso, depois de 340 km de boas estradas e belas paisagens, chegamos um pouco tarde em Cáceres. Esta é considerada uma das cidades medievais mais bem conservadas da Europa.

Uma boa parte da riqueza proveniente do Novo Mundo estimulou o livre-comércio e a construção de casas luxuosas e palácios fortificados.

Ficamos hospedados no Hotel Palácio de Oquendo, bem no centro histórico da cidade. Após cruzarmos o Arco de la Estrella, que leva à cidade velha, conhecemos a Iglesia de Santa Maria, situada em frente ao Palácio Episcopal. Esta igreja de estilo gótico-renascentista tem um belo retábulo de cedro e um grande crucifixo do século 15, o Cristo Negro. Conhecemos ainda, na ordem, vários edifícios renascentistas; o Barrio de San Antonio, antigo bairro judaico; a Casa y Torre de las Cigueñas, com seus enormes ninhos de cegonhas; o Museu de Cáceres, que oferece arte contemporânea e arqueologia da região; e, por último, o Museu Árabe, que na verdade é uma autêntica casa árabe do século 12, com harém, sala de danças e banho típico. Jantamos no elegante e encantador restaurante do hotel-palácio em que estávamos hospedados. Comemos um prato à base de bacalhau, o mais saboroso de toda a viagem. Era a nossa despedida da Espanha.

Casa de los Golfines de Abajo
Casa de los Golfines de Abajo

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