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Vídeos da viagem de moto até o Deserto do Atacama

  • Categoria: PHDs do gelo
viagem de moto até o Deserto do Atacama

Vídeos com imagens da viagem de moto de três amigos de Pouso Alegre/MG, quando percorreram 9.800 km de estradas do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai com motocicletas da marca Harley-Davidson em pleno inverno. O primeiro vídeo cobre o trecho entre Pouso Alegre, passando pela Argentina e entrando no Chile pelo Paso Jama até San Pedro de Atacama e descendo pelo litoral do Pacificio por Antofogasta até chegar à cidade de Caldera.

Curtam o visual. É um video caseiro e espero passar um pouco da impressao de uma grande viagem de moto.

Video Parte 1
http://vimeo.com/99193722

O segundo vídeo começa em Caldera (CHI) e termina em Mendoza (ARG). Final do deserto de Atacama, a linda Santiago, Viña del Mar e suas surpresas e a emocionante passagem pela cordilheira dos Andes com suas montanhas, todas com muita neve.

Video Parte 2
http://vimeo.com/101141801

Comentários (4)

  1. Harald Asmus

Pessoal. Bela viagem. Estou com o roteiro pronto para Maio/16 , saindo de POA até Santiago. Tenho uma HD XL 1200 CUSTOM.Se puderem me passar o maiL de vcs para trocar e obter informações agradeço.

Nada como uma viagem dessas para carregar o espírito. Abs

  1. Pedro Rocha de Miranda    Harald Asmus

Ola Harald, temos um colega de MG que fez o nosso mesmo trajeto (de forma inversa) com uma moto igual a sua. Tranquilo. Meu e-mail e pedro.rdemiranda@gmail.com
Fique a vontade para me contatar.
abs

  1. EDUARDO WANDENKOLK DE OLIVEIRA

Boa noite, PHDs do Gelo!
Li o relato de vocês e fiquei com água na boca. Sou proprietário touring Glide e planejei, junto com uns amigos, a fazer um percurso semelhante ao que vocês fizeram, em janeiro deste ano. Mas como trabalho em plataforma e sou free lance não foi possível realizar tal...

Boa noite, PHDs do Gelo!
Li o relato de vocês e fiquei com água na boca. Sou proprietário touring Glide e planejei, junto com uns amigos, a fazer um percurso semelhante ao que vocês fizeram, em janeiro deste ano. Mas como trabalho em plataforma e sou free lance não foi possível realizar tal aventura. Gostei muito dos detalhes e principalmente das indicações de hotéis.
Não consegui identificar os donos das motos.
mas tenho uma curiosidade... diante das dificuldades dos terrenos, temperaturas baixas, gelo e ...muita chuva, vocês mudariam alguma coisa nas motos, como por exemplo os pneus? O pneus das nossas motos, se me permitem a intimidade, são muito lisos...
E quanto a ao processo de mistura dos combustível, pois devido as altitudes e octanagem melhores da gasolina, isto apresentou algum problemas para vocês?
Um abraço e espero ler outras aventuras neste mesmo bat canal.
Eduardo Wandenkolk

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Boa noite Wandenkolk,

A nossa viagem foi meio que de supetão. Fizemos um planejamento rápido e como a vontade era muito grande, todos deram um jeito de conseguir os 20 dias. Vale a pena e e uma experiencia que recomendo muito.

Quanto as suas perguntas, posso falar que nem os pneus nem o...

Boa noite Wandenkolk,

A nossa viagem foi meio que de supetão. Fizemos um planejamento rápido e como a vontade era muito grande, todos deram um jeito de conseguir os 20 dias. Vale a pena e e uma experiencia que recomendo muito.

Quanto as suas perguntas, posso falar que nem os pneus nem o combustível foi, nem de perto, fonte de preocupação ao longo da viagem. Logico que nos 3 saímos de casa com as motos revisadas e com pneus novos. Realmente pegamos chuva, altitude, neve e temperaturas negativas. Mas como todo o trajeto e de asfalto e, quase sempre muito bom, deram bem conta do recado. Apenas os calibramos em uma rápida passagem pela Harley de Santiago. E nem apresentavam calibragem alterada.

Nossa tocada não oferecia riscos. Andávamos geralmente a ate 120 km/h. Nas grandes retas, as vezes mantínhamos media de 130 km/h e máximo de 140 km/h. A ideia era passear e não correr.

Para ser muito sincero, não notamos grandes diferenças de performance nas motos entre o combustível brasileiro, argentino e chileno apesar do brasileiro ser mais impuro e possuir álcool em qtdes próximas a 20%. Na travessia do Paso Jama, onde se pega as maiores altitudes (próximas a 4.900 metros) eu não notei diferença alguma de performance na minha moto. Importante mencionar que estávamos em uma tocada bem tranquila e a minha moto e uma NIGHT ROD SPECIAL e talvez a perda de potencia devido a altitude tenha sido não percebida pela folga de potencia do motor. O Max e o Alberto comentaram que sentiram uma certa perda de potencia nas motos deles (uma ELECTRA GLIDE e uma ROAD KING respectivamente). Segundo eles, tinham que girar o acelerador mais que o de costume para manter a velocidade que estávamos. Mas nada que comprometesse o prazer de guiar ou a capacidade de subir e manter uma velocidade de cruzeiro.

Cara, as Harleys vão super tranquilo. Sao robustas para uma tocada de asfalto e, desde que revisadas e com pneus em boas condições, você não terá problema algum.
Nos não tivemos absolutamente nada! Mas de qualquer forma, estávamos preparados se algo ocorresse.

Um grande abraco e que tenha sucesso na programação de uma viagem em um futuro próximo.

Pedro Miranda

PS. Se quiser nos conhecer melhor, procure por PHDs do Gelo no FACEBOOK e comete algo por la. Ai o Alberto e o Max poderão participar do papo!

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