PHDs do gelo

Planilhas

Seguem abaixo as planilhas de controle que utilizei para planejar a viagem de moto até o Deserto do Atacama. Nessas planilhas você encontrará as cidades que pernoitamos, as distâncias previstas para percorrer, os gastos com refeição, combustível e hospedagem, bem como os hotéis que programamos ficar.

Vídeos com imagens da viagem de moto de três amigos de Pouso Alegre/MG, quando percorreram 9.800 km de estradas do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai com motocicletas da marca Harley-Davidson em pleno inverno. O primeiro vídeo cobre o trecho entre Pouso Alegre, passando pela Argentina e entrando no Chile pelo Paso Jama até San Pedro de Atacama e descendo pelo litoral do Pacificio por Antofogasta até chegar à cidade de Caldera.

Atacama 109

A nossa viagem de moto até o Deserto do Atacama chegou ao fim. Todos já queríamos chegar a nossas casas e curtir as famílias. Às 9 horas da manhã saímos do hotel e na saída, filmei a cidade de Torres. A orla da praia é bonita e a cidade é tipica de veraneio dos gaúchos. Muitos prédios, mas estava tudo vazio devido à época.

Atacama 107

Enquanto tomávamos café em Uruguaiana, conhecemos um simpático vendedor que roda muito pelas estradas do Rio Grande do Sul. Antes de conversar com ele, estávamos com a ideia de seguir pelo caminho que o Google Maps indicava até Curitiba que passa por São Borja, Santo Ângelo e toda aquela região das missões, mas fomos desencorajados pelo vendedor. Ele falou que o estado da estrada era muito ruim até Itaqui e que, na opinião dele, era melhor seguir até Porto Alegre e de lá "surfar" em pista dupla até Pouso Alegre. Aumenta "apenas" 250 kms.

Atacama 105

De volta às terras brasileiras!! Ainda pairavam algumas dúvidas sobre o trajeto de retorno da nossa viagem de moto até o Deserto do Atacama. Voltar por Foz do Iguaçu significaria ver mais do mesmo. Além do mais, o Max iria parar em Florianópolis, eu tocaria para Sao Paulo e o Alberto seguiria até Pouso Alegre. Acabamos decidindo ir para Uruguaiana e de lá discutiríamos o trajeto seguinte.

Dormimos em um apart hotel muito bom em Mendoza, chamado Premium Tower, que fica bem perto da San Martin. Diferentemente do Hostal El Borrico em Viña del Mar, neste havia mais luxo, um bom café da manhã e não cheirava a cigarro em todo canto. Mas certamente, nem de perto, ganhou a nossa preferência.

Atacama 88

Não rodamos nesses dois dias. Ficamos aguardando o Paso Los Libertadores abrir. Chegamos a Vina Del Mar no 11º dia debaixo de muita chuva. Com frio, molhados e já no final do dia, não tivemos como procurar muito por hotel. Acabei pegando a primeira opção do GPS, que era um tal de Hostal El Borrico e mandamos ver.

Atacama 84

Conforme tínhamos combinado, acordamos às 6 e meia e nos preparamos para o frio intenso que pegaríamos na travessia da cordilheira dos Andes, rumo a Mendoza na Argentina. Encapotados, pegamos as motos e saímos de Santiago às 8 horas. Seguimos o GPS até a Rodovia Los Libertadores. Havia muita neblina na estrada, o que poderia indicar problemas na passagem. A temperatura estava na faixa dos 3 graus positivos.

Atacama 65

Não rodamos neste dia. Acordamos e às 9 horas pegamos as motos e fomos em direção à Harley-Davidson de Santiago. Aqui no Chile a Harley abre às 10 horas e fecha às 20 horas.

Atacama 64

Saímos de Caldera e pegamos a Ruta 5, a famosa Ruta Pan Americana, em direção a Santiago. 3 km depois de Caldera, entramos em um balneário chamado Baía Inglesa, que o Alberto ficou sabendo através de uns brasileiros em San Pedro de Atacama. Apesar do frio de 2 graus negativos, deu para perceber a beleza do lugar.

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