Dando continuidade às imagens captadas na Carretera Austral, seguem mais alguns personagens e cenários que se fizeram presentes em quatro dias de percurso nesta fotogênica estrada no sul do Chile.

Em um de seus poucos trechos pavimentados, a estrada muda um pouco de cara. Mas continua com uma cara ótima!

Por conta de todo o visual, nada como viajar sem pressa, de bicicleta, por exemplo, como faziam o chileno e o casal de argentinos.

Nada menos que um enorme maciço de gelo pendurado nas alturas, cujo derretimento forma uma cascata que despenca sobre as rochas.

O mirante é a recompensa pelas duas horas de caminhada nas trilhas do parque. Uma pena o céu ter estado cinzento.

Já no Bosque Muerto, o cinza e a desolação ajudam a compor um clima fúnebre: “silenciosos espectadores, vencidos pelas erupções do vulcão Hudson”.

As atividades sísmicas que ocorreram no local entre 1971 e 1991 cobriram o lugar de cinzas e fizeram transbordar o Rio Ibanez.

Mas não há vulcão ou tempestade capaz de ameaçar a paleta de cores da Patagônia Andina. Que ironia, não?! No fim das contas, em meio à tamanha grandiosidade, o frágil bicho-homem ainda é o que possui a maior capacidade de destruição das riquezas presente em seus domínios.

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