De Vitória a Fortaleza pelo litoral

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Torramos no sol da praia de Tambaú. Só tínhamos um dia lá então achamos melhor não andar de moto e descansar pra seguir viagem no dia seguinte. Almoçamos no quiosque Brahma, onde passamos a tarde. São mais ou menos iguais a todos no brasil, com a diferença desse ser de frente para o mar e de vidro, com a bela vista dos barcos de pesca chegando.

Fomos à Praia do Francês onde tem aquela incrível barreira de coral que transforma a praia numa verdadeira piscina pela manhã. De lá seguimos para a praia do Gunga, onde alugamos um quadriciclo pra fazer um passeio pela praia. Dessa vez a patroa resolveu pilotar e pulei pra garupa. Meses depois descobrimos que aquele passeio foi proibido porque estava matando os ovos de tartaruga.

Saímos pela manhã pelo transito confuso de Salvador. Depois de ficar perdido no dia anterior na cidade, liguei o GPS do telefone e deixei-o na mala tanque. O principal problema é nas cidades grandes. Na estrada os mapas de papel resolvem bem. Não queríamos passar novamente pelo ferri-boat, então decidimos passar pela BR 101, dando a volta e passando por Cruz das Almas.

Acostumada com o ritual de viagem de moto, a noiva tava querendo chegar logo em casa e saiu logo lubrificando a corrente pra adiantar o processo. Dali pra frente o caminho já era velho conhecido e chegamos na mais perfeita ordem, uns quilos mais fofos de tanto camarão e cerveja, uns reais a menos na conta, mas com muitas boas lembranças.

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