De Vitória a Fortaleza pelo litoral

Visitar o maior cajueiro do mundo e tirar a foto tradicional é programa obrigatório. Ele fica a 30 km de Natal e é um passeio agradável. Pela curiosidade, vale a visita. Beba uma cajuína, uma espécie de refrigerante natural de caju.

Acordamos sem pressa e tomamos café, afinal já estávamos quase no destino principal. Plugamos as malas, santas malas, se tivesse que amarrar e encapar a moto toda vez que fiz esse procedimento na viagem tinha enlouquecido. Valeu cada centavo gasto com elas. Garrafinhas de água cheias viraram nosso amuleto o resto da viagem.

Nos últimos dias paramos nossa viagem de moto e ficamos por conta de rodar por Fortaleza, principalmente entre as praias de Iracema e Meirelles, a tradicional feira de artesanato em frente à praia, onde encontramos ótimos restaurantes, o imperdível show de humor, coisa tradicionalmente cearense e as barracas gigantes na praia do futuro.

Precisava trocar o óleo da moto e os pneus já estavam no fim depois de 9.300 km. Resolvi ir até uma concessionária Suzuki. Peguei o manual da moto, olhei no Google e fui em uma na Av. Barão de Studart. Como os originais da bridgestone derreteram, optei por voltar aos Michelin. Chegando à concessionária, pedi que trocassem o óleo e me orçassem os pneus. Isso foi feito e o preço era pra lá de abusivo, praticamente o dobro do que custaria em Vitória, mas com um detalhe: não tinha pneus pra moto grande nessa loja, tinha que encomendar e só chegariam em 1 semana.

Torramos no sol da praia de Tambaú. Só tínhamos um dia lá então achamos melhor não andar de moto e descansar pra seguir viagem no dia seguinte. Almoçamos no quiosque Brahma, onde passamos a tarde. São mais ou menos iguais a todos no brasil, com a diferença desse ser de frente para o mar e de vidro, com a bela vista dos barcos de pesca chegando.

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