Rota Nordeste

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Levantei cedo e fui até a concessionaria Yamaha para uma revisão na moto e, em seguida, fui para conhecer o maior cajueiro do mundo, também conhecido como cajueiro de Pirangi.

Na pousada em Paulo Afonso, fui me informar sobre a visitação da hidrelétrica e me disseram que teria que pagar uma taxa de R$ 50,00 por cerca de 40 minutos de visita. Decidi então por não fazer a visita e aproveitar o tempo e a grana em gasolina pra rodar, indo em direção ao município de Tucano pela BR-110, sem duplicação e com longas retas intermináveis e, em seguida, pegando a BR-116, rodovia em fase de duplicação e com alguns pontos de paradas.

O pior dia da viagem. Após acordar cedo, com uma pequena dor de barriga, tomei um remédio e, após uma pequena melhora, segui viagem, mas alguns quilômetros depois, no município de João Monlevade, a situação voltou a piorar, com calafrios e estômago ruim. Por segurança, decidi procurar uma pousada para descansar e me recuperar, o que só foi possível no município de São Gonçalo do Rio Abaixo.

Acordei por volta das 7 horas, totalmente recuperado e com ânimo para pilotar.

Após tomar café, sai em direção às cidades históricas de Minas. Alguns quilômetros depois de Catas Altas, fui surpreendido por uma paralização na rodovia feita por manifestantes do movimento Acorda Brasil, isto por volta das 10 horas da manhã e diziam que só seria liberado às 4 horas da tarde.

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