Chapada Diamantina e Itacaré

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Cobiçada pela fartura de sua pedras preciosas durante o século XIX, hoje a Chapada Diamantina é exaltada por ter riquezas muito além dos diamantes. É terra de patrimônios naturais inigualáveis e de rica história e cultura, como as heranças do garimpo, a arquitetura histórica das cidades, a culinária sertaneja e suas diversas tradições.

A Chapada Diamantina localiza-se no coração da Bahia e resguarda em seu território cachoeiras, serras, cânions, grutas em área de 152mil hectares. Ibicoara está a 1,7 mil metros de altitude e possui um grande potencial para atividades de aventura, com muitas montanhas e cânions em seu entorno.

O passeio ao local exige a contratação de guia e para quem pretende ir de moto, são 28 km em estrada de chão bem prejudicada. Chegando ao parque, paga-se ingresso na portaria e segue-se mais um trecho que inclui a travessia de um riacho, onde na época de cheia passam somente veículos tracionados nas 4 rodas.

Depois seguimos por uma estrada de terra por 25 km em direção ao município de Redenção, onde fica o Poço Azul. No caminho, existe uma casa abandonada que foi morada de Lampião e seus jagunços durante sua perambulação pelo sertão baiano.

Saímos à tardinha e ainda teríamos o passeio até Igatu. Xique-Xique de Igatu é um vilarejo perdido da Chapada. Um caminho de pedras, resquício da Estrada Real que ligava a Chapada Diamantina a Ouro Preto, nos leva à mais fotogênica cidadezinha do circuito. Seus muros e casas de pedra, lhe renderam o apelido de “Machu Picchu da Chapada”.

Solicitamos à Pousada que providenciou um café às 6 horas da manhã. Partimos logo, pois queríamos evitar o imenso calor na parte da tarde nas estradas. Magali ficou mais um pouco para aguardar um café mais substancioso.

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