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Motociclistas Invencíveis - 2ª edição

  • Categoria: Livros

A segunda edição do livro Motociclistas Invencíveis, dessa vez na versão "Nos Deliciosos Anos Dourados", ampliada e ilustrada com fotos da época já pode ser comprada diretamente com o autor, motociclista João Cruz, antes de chegar às livrarias.

Livro Motociclistas InvenciveisA história acontece em 1960, quando uma linda mulher veio de Itabuna na Bahia para o Rio de Janeiro, onde encontrou e namorou um motociclista, mas ela desapareceu de repente, sem deixar vestígios. Preocupado com o sumiço de sua "deusa", o piloto preparou sua moto, uma Norton Dominator de 500cc, para tentar encontra-la em sua cidade natal.

Como desculpa para a viagem, o piloto disse para os familiares que iria ver o carnaval em Recife-PE. Um amigo, sabendo da viagem, ofereceu para acompanha-lo como garupa.

Aventura com motocicleta numa época em que não havia capacete, roupa de chuva, GPS, mapas, bauleto, tudo era muito simples.

Nesse livro você poderá ter uma ideia sobre como motociclistas viajavam por estradas de terra desertas, abandonadas, sem celular, sem cartão bancário, levando consigo apenas coragem, pouco dinheiro e um rudimentar mapa que ganharam em um posto de gasolina e que mal permitia identificar as cidades.

Sem qualquer estrutura de apoio, eles saíram por estradas de terra desertas e abandonadas, atravessaram seis estados brasileiros e percorrem mais de 6.000 km durante 41 dias a fim de encontrá-la, mas os acontecimentos que sobrevieram na estrada - novos romances e dificuldades, como acidentes, chuva, frio, falta de dinheiro e até fome, tudo superado com muita determinação - acabaram mudando o seu destino, eles foram além e chegaram à Paraíba.

Durante a aventura encontraram muita ajuda e também socorreram pessoas, como uma criança que estava agonizando num leito de morte e, por terem levado a menina entre eles (piloto/garupa) na moto até um hospital, acabaram por salvar sua vida.

Trata-se de uma aventura/romance que, devido à sua originalidade, não encontra similar no gênero literário brasileiro. Com uma narrativa coloquial e envolvente, o livro levou vários leitores da 1ª edição afirmaram ter momentos que se imaginavam pilotando a motocicleta pelas estradas do sertão brasileiro.

Para adquirir seu exemplar diretamente do autor, faça um depósito na conta corrente abaixo:

Banco: Bradesco
Agência: 3019-8
Conta Corrente: 85919-2
Titular: João Vicente Cruz
CPF: 021478747-87
Valor: R$ 40,00 já incluída a despesa postal.

O livro será postado com previsão de entrega de cinco a sete dias pelos Correios.

Assim que fizer o depósito, envie um cópia do comprovante eletrônico para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., bem como o nome completo e endereço para entrega.

Comentários (11)

  1. Antonio

Em meu comentário anterior, acabei deixando de registrar que comprei o exemplar da 1ª edição nacional. No entanto recebi de presente com dedicatória em 06/052015 a 2ª edição par nós brasileiros e 1ª para os estrangeiros através da Chiado Editora portuguesa. Postei para colegas belgas aficionados em inglesas Twins de todas as marcas mais famosas, a edição do livro para cada país, pois essa editora é internacional.
Já sabemos o que motivou o piloto (Main Reason) a realizar essa verdadeira epopeia.
Ffoi uma deusa de carne e ossos, a qual viria a ser sua futura esposa, cujos pais imigrantes belgas, eram cacaueiros (barões do cacau) na cidade e Itabuna (uma grande cidade já naquelas décadas). Como em todo romance, somente foi encontrá-la no grande Rio de Janeiro, na águas de março, após tê-la procurado por mais de 6000 km sertão afora montado em seu cavalo de aço.
Saudações motociclísticas a todos os companheiros que prestigiaram essa obra genuinamente nacional e muito clássica.

  1. Antonio

Fiquei impressionado da tamanha resistência da Twin 500c.c Norton Dominator modelo 1954. O intrépido piloto conta a partir da página 142 até 143 chegando no destino, mais os detalhes do acontecido na página 151. Percorrer quase 40km com apenas um cilindro carregando o peso da moto mais duas pessoas e bagagens inteirando mais de 350 kg e andando o suficiente no plano, sem maior velocidade, mas não deixando ninguém de lado até chegar no Recife no bairro Areias distante mais 4km do centro, onde morava a mãe do fiel escudeiro foi mesmo admirável.
A máquina com todo o esforço não afetou a parte de baixo (os mancais principais (bielas, bronzinas, buchas dos pinos nem tão pouco os pistões e os anéis). Foram substituídas somente as guias, válvulas de admissão e escape do cilindro esquerdo afetado. Proeza para o piloto e sua resistente máquina após tamanho castigo nas estradas do quente e poeirento sertão ou no meio da chuva e da mais pura lama ou barro grudento das caatingas. Somente Virgulino Lampião e seus cabras da peste poderiam se aventurar em lugares tão inóspitos como esses no lombo de jegues.
Não me canso de admirar essa epopeia brasileira. Sim, verdadeiramente uma epopeia, salvando até uma pessoa da morte no meio de grandes dificuldades, tendo que retornar por muitos quilômetros a lugares transpostos em meio a atoleiros, corrente deslizando na coroa, fome,frio, falta de dinheiro e de recursos.
E ou não é para se tirar o chapéu e saudar retrospectivamente os viajantes do tempo com acenos e vivas!

  1. Danilo P. Simões

João Cruz, foi ótimo ter participado do lançamento desta nova edição, dia 19/05 em noite agradável e com música da melhor qualidade e, melhor ainda, ter tido o prazer de conhecê-lo e receber os autógrafos nos 2 livros que agora possuo e, vez por outra, releio pois são sensacionais. Grande abraço.

  1. João Cruz

No dia do lançamento da 2ª edição tive o prazer por conhecer, pessoalmente, o Danilo P.Simões e outros leitores. O inusitado é que o Danilo levou o livro da 1ª edição para que eu ratificasse o autógrafo que nele havia feito anos atrás. E na oportunidade adquiriu a 2ª edição, também autografada.
Ele é de Teresópolis-RJ, mas vieram companheiros de outros estados e municípios. E se o evento foi bem concorrido, agradeço ao amigo estradeiro Rômulo Provetti.

  1. João Cruz

Olá, Danilo. Sinto-me novamente honrado em ter experiente moto-estradeiro como leitor da minha modesta obra. Não se preocupe com depósitos antecipados. Chegado o momento com prazer avisarei e sei que contarei com o amigo. Grande abraço

  1. Danilo Pohlmann Simoes

Faço questão de ter um exemplar autografado desta nova edição, assim como tive na 1ª edição. Assim que sair a `primeira fornada`, avise-me. Se quiser, informe-me logo seus dados bancários para pagar antecipadamente. Seu amigo de Teresópolis ! Grande abraço.

  1. João Cruz

Notei que o Antônio é emérito conhecedor das motos clássicas e tem profundo conhecimento técnico e mecânico delas. Vejo que também sentiu as agruras que antigos motociclistas passavam nas estradas de terra ermas, desertas, sem a mínima infraestrutura, mas que eram o "sal" do tempero gostoso para as arrojadas aventuras da época, famosos "Anos Dourados". Sentindo-me lisonjeado com as palavras que colocou, agradeço e parabenizo-o pelos fartos conhecimentos que adquiriu e teve a gentileza de mostrar.

  1. Antonio

Eu li esse prazeroso livro. Como motociclista iniciado nos anos 70, vivi a emoção de conduzir uma Twin inglesa (gêmea paralela justaposta - disposição dos cilindros e eixo de manivelas) da marca Ariel de 500 centímetros cúbicos de deslocamento volumétrico, com seus 26 cavalos ingleses bastante brabos. A gêmea inglesa do cavaleiro sobre o aço "João Vicente Cruz" era uma Norton Twin de 35 cavalos, com taxa de compressão de 7,5:1 (muita elevada para a década de 50, máquina bem mais eficiente com a qual percorreu mais de 6000 km de pura aventura não contando com um mínimo de parcos recursos, Não havia no Brasil nenhum representante da marca a não ser em são Paulo e Rio de Janeiro de onde partiu justamente quando fora proibida qualquer importação de peças de veículos estrangeiros a fim de promover o nascedouro da indústria automotiva nacional entre parênteses, pois tudo no começo era montagem do tipo CKD. O Brasil naquela década era semi povoado. Porém o ETERNO está acima de todas as dificuldades, colocando ao dispor do caminho pessoas competentes que lhe ajudaram a resolver problemas quase que insolúveis para a época, como sejam recursos financeiros, telefonemas, oficinas, postos nas estradas e muito menos oficinas especializadas recheadas em suas prateleiras de peças novas, reluzentes e baratas, sem ter que importar nada levando para isso vários meses. Teve problemas sérios com o motor em um dos cilindros, devido à máquina ter que engolir poeira o tempo todo, pois a mania inglesa de réplicas do famoso circuito de corridas na ilha de Man há 400 km de Londres, obrigava os fabricantes a adotarem o modismo das máquinas utilizarem em seus carburadores (gaseificador de gasolina) somente campânulas na entrada para melhorar a aspiração do ar nos cilindros, fazendo com que em estrada poeirentas entrassem até finos pedregulhos e poeira seca, prejudicando a lubrificação secando os cilindros e trazendo super aquecimento para as válvulas de escape e de admissão em um motor de 4 tempos. Isso aconteceu quase ao final da viagem de ida. No entanto a Providência colocou um super técnico o qual resolveu o problema da maneira contada pelo famoso motociclista em seu livro agora na segunda versão ainda mais elaborada. Vou adquirir a segunda edição tão logo esteja à disposição, pois motociclista que se preza não pode deixar de ter em sua estante um exemplar dessa categoria e dessa década, num Brasil ainda incipiente em matéria de máquinas e grandes aventuras sobre motocicletas, fatos comuns na Europa do final do século XIX (1889) - início do século XX (1901). Basta ver que o mais antigo e famoso circuito de corridas na ilha de Man o qual se iniciou 28 de maio de 1907 completando em maio de 2015 cento e oito anos de existência levando muita gente intrépida para a morte.
Vejam no link abaixo um breve documentário.
http://duasrodasnews.com/esporte/2014/05/um-pouco-sobre-a-corrida-de-estrada-isle-man-tt/

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