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Machu Picchu

altAcordamos e os 4 outros estavam putos da vida e preocupados ao mesmo tempo querendo saber o que havia acontecido com a gente por termos ficado para trás. Falamos do erro no trevo e que havíamos andado mais de 300 km errado e por isso chegamos as 11.30 da noite.

Os 4 saíram na frente, ficando eu, Kadin e Barbieri novamente formando outro grupo paralelo. Saímos a mil por hora para alcançarmos os outros. Havíamos comentado que não era para passarmos por Salta, cidade Argentina no caminho que iríamos seguir até Corrientes.

Acordamos, tomamos café e quando estávamos arrumando nossas bagagens... Outra chuva intensa caiu na cidade. Mas saímos com muita água assim mesmo. Tocamos com a estrada toda alagada. O cuidado e a precaução não evitaram que Paulo Brunoro, em uma situação na pista, perdesse o controle de sua moto e escorregasse. Voltamos para ver o ocorrido e, Graças a Deus, ele escorregou pelo asfalto, a moto pela grama do acostamento, sem consequências.

Continuamos nossa viagem até Foz do Iguaçu onde ficamos no mesmo hotel que eu havia ficado quando voltava do Ushuaia, Hotel Ilha de Capri.

altAcordamos e fomos fazer revisão nas motos na concessionária Suzuki do nosso amigo Cachoeirense Julio Cerqueira.

Charles Concer chegou (nosso amigo de foz do Iguaçu – Alemão) e foi ao Paraguai. Eu e Julio fomos a uma Churrascaria almoçar dignamente. Almoçamos e ficamos na dúvida se ficávamos o final do dia em Foz ou seguíamos. O clima não ficou legal para se chegar a um consenso. Eu queria ficar e desfrutar da companhia e de um churrasco na casa do Alemão que insistia para que todos ficassem. Moacyr e Odileno foram decisivos e arrumaram as coisas deles, montaram na moto e se despediram. Ficamos sem saber o que fazer, mas se eles queriam assim, assim foi. Os demais não estavam ainda prontos para sair e Barbieri ainda tinha que comer alguma coisa antes de viajar e depois de 45 minutos que Moacyr e Odileno tinham saído, o restante foi num comboio só.

Acordamos às 7 da manhã e arrumamos as coisas. Moacyr saiu na frente e começamos a ver que havia algo errado com ele pois estava a dar voltas e mais voltas na quadra do Hotel. Vendo que ele e o seu GPS não estavam conseguindo se entender, intervimos e falamos para ele que a rodovia estava ao lado do hotel... não precisava de GPS para atravessar a pista... e morremos de rir.

Seguimos em frente com sol e chuva ao mesmo tempo. Paramos em Marialva/PR, minha cidade natal, onde visitei alguns amigos e sobrinhos que moram lá.

RIO DE JANEIROSaímos e fomos procurar os dois amigos pelo caminho. Pelo celular, fomos informados que não tinha jeito para consertar a moto, pois o problema era muito grave, estando os dois na nossa frente cerca de 2 horas de vantagem, tocando devagar e sempre.

O sol estava com sua força total. Muito calor e céu aberto. Tocamos em frente sem Kadinho e Barbieri. Na Dutra, com muito trânsito, um pouco mais à frente, vejo Moacyr parando a sua moto com pneu furado. Lembrei de como havia começado a viagem e parecia que estava terminando da mesma forma. Paramos.

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