Dia complicado e com perrengue, mas nada melhor que superar situações adversas. E foi o que ocorreu. O conserto do pneu em Trelew não deu certo e ficamos na estrada na altura de Comodoro Rivadávia. Já estávamos cansados de tanto colocar macarrão e encher o pneu da moto do Italo na estrada. Ainda bem que tínhamos ferramentas para isso.

Numa das paradas, um garoto chamado Allan parou oferecendo ajuda. E o cara nos ajudou de tudo que é forma e até se dispôs a pagar o guincho caso não tivéssemos dinheiro. Nos colocou num guincho e nos levou a um local adequado para desmontar e vulcanizar o pneu. E funcionou. Show!!!

Aliás, os argentinos estão sendo ótimos em termos de simpatia e colaboração. Perrengue superado.

Hoje foi a nossa primeira pilotagem abaixo de zero! Que fique registrado: pela manhã pegamos -5ºC na estrada. E sofremos principalmente nas mãos. Ainda não tínhamos usado todos os nossos recursos para o frio e o bicho pegou.

Distância: 530 km

Comentários (4)

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bacana a viagem de vcs...vi que vcs estao usando "polainas" nos guidoes das motos para esquentar as maos. alem disso pode nos dar alguma dica para o frio que encontraram?

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Acabamos chamando essas "polainas" de luvas de guidão. Elas foram fundamentais dado termos feito esta viagem no inverno. Realmente da conforto na mão e protege bem contra o frio. Dois colegas desta viagem as compraram na viagem. Estavam com boas luvas de frio, segunda pele de mãos, luvas de látex e, mesmo assim, o frio na mão era cortante e impossibilitava a rodagem em velocidades acima dos 60 e 70 km/hora. Ao mesmo tempo, ha cuidados a serem tomados com estas luvas de guidão. Elas tornam menos ágeis a movimentação dos bracos. Tirar as mãos dela e depois colocar com a moto em movimento exige pratica. Da pra se habituar. Mas pode ser perigoso em determinadas situações. O modelo da minha, fazia com que os manetes fossem pressionadas, devido ao vento, em velocidades superiores a 120 km/hora, acionando embreagem e levemente o freio dianteiro. Mas eh sem duvida a melhor solução que encontramos e que os motociclistas de la mesmo nos sugeriram. De resto, para aturar o frio foram segundas-pele (muitas vezes duas camadas), forro da jaqueta + calca, balaclava, jaqueta e calca padrão de viagem (aquelas tipo cordura) e qdo o vento era cortante, usávamos as capas-de -chuva para estancar o frio.

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A estrada tem a importância de nos encorajar e ensinar fatos que nem imaginamos que conhecemos.

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Hoje considero-me especialista em trocar pneu de Harleys. kkkkkkkk
E Acaba que estes perrengues eh que ficam mais forte em nossa memoria. E de forma muito positiva por termos superado.

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