Após o merecido descanso, sob o sol da manhã, deixamos a cidade de Neuquén e voltamos ao ride pelo deserto da Patagônia Argentina.

Em um posto de gasolina sem bandeira e de má aparência, em um povoado no meio do deserto, não resisti e fiz a pergunta imbecil ao dono do posto. E ele rindo respondeu: - "É boa sim, porque todos usam essa gasolina por aqui".

Em um outro posto que tinha uma estrutura melhor para receber os ônibus de turismo, um cidadão argentino nos recomendou cuidado com roubo, tanto em Santa Rosa e sugeriu uma entrada mais segura em Buenos Aires, por Luján, cuja autopista nos deixaria na Avenida 9 de Julho, facilitando o acesso ao nosso hotel. Gentilmente, convidou a todos para conhecer um pequeno pomar nos fundos do prédio, onde havia árvores de noz e de maçã. O segredo para irrigação em meio ao deserto? Havia uma represa alimentada por um grande rio.

As motos cada vez mais carregadas, elevando o centro de gravidade mais para cima, demandavam mais cuidado nas inclinações em baixa velocidade. Qualquer bobeira, seria chão. Nível de óleo do motor dentro da marcação e pura gasolina era tudo que precisavam para cumprirem o seu destino.

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