Saimos hoje às 11:30 horas com 0ºC. Novamente a BMW funcionou perfeitamente, a V-Strom pegou na 3ª partida e a Ténéré precisou um pouco mais de insistencia, mas funcionou.

Descemos a Serra em direção a Santiago del Estero. Encontramos tudo congelado, muito frio. Encontramos também motociclistas de Buenos Aires pelo caminho, trocamos fotos, e seguimos viagem.

Acomodações em Tafi por 200 Pesos, refeição por 55 Pesos. Alfajores locais (14 unidades) por 25 pesos.

Em Santiago, Acomodações por 300 Pesos. Refeição ainda vamos ver!

MAIS UMA VEZ A NATUREZA PROVA SUA SOBERANIA. Nós humanos somos pouco perto dela e nossa forca, perspicacia, inteligência e todas as nossas outras qualidades, se tornam insignificantes diante da Força da Natureza.

Ontem colocamos nossas vidas em risco. Após viajar cerca de 3500km, num trecho de 20km poderíamos ter encerrado a Expedicao com um relato trágico.

Planejar é necessário, mas, mais necessario ainda, é adaptar-se às dificuldades que encontra. Aqui por esses lados, nao se brinca.

Agradeço ao apoio de todos Motonliners, seu incentivo tb nos ajuda.... e em especial aos amigos:

  • Associacao Paulista de Motociclismo;
  • V2 Motoclube
  • Cachorrao MC
  • HOrus MC - Messina
  • Afegaos MC - Ze Chevrolet
  • Esquilos MC - Maju
  • Alma Livre MC
  • Ratz MC
  • Galdiadores MC
  • Radio AMM
  • Brazil Riders
  • Cromados MC

Comentários (2)

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Daniel e sua turma. Por coincidência também fizemos esta viagem. Realmente é magnífica e muito diferente de tantas outras. Fomos no dia 9 de julho até o dia 25 do mesmo mês, em 2011. Viajamos Meu filho Thiago com uma GS 1200 BMW, meu cunhado Paulo com uma Transalp 700 e eu com uma V Strom DL 1.000. O consumo médio de combustível foi de 17 Km por moto. Saimos de Rio do Sul(SC) passamos pelo Rio Grande do Sul, cruzamos a fronteira em Sâo Borja, Na Argentina entramos em San Thomé, e fomos até Presidencia Roque Saenz Pena(pernoite, No outro dia passamos por pampa dos infernos e fomos até Salta. Tivemos problemas o tempo todo com a falta de combustível. Cada vez que chegavamos em um lugar respondian nâo hai nafta, e quando tinha era racionado $100 pesos por moto. nossa autonomia era em torno de 300 kilometros( a GS 1200 era a que tinha mais autonomia(+de 330 km), seguida da V Strom 1.000, e a Transalp possui tanbque menor, e fazia menos de 300Km. Fomos forçados comprar em Salta um Galão com 5 litros para cada moto para reserva, que nos acompanhou o resto da viagem. Nossa motos não reclamaram da gasolina, que sempre foi a super... 98 octanas, muito boa. Depois de SWanta fomos a Purmamarca, Humauaca, Tilcare. Dormimos em Purmamarca. Noutro dia subimos para Susques, maravilhoso, muito vento e frio, passamos por salinas grandes e fomos até Susques. Tínhamos a intenção de ir até San Pedro Atacama, mas como voces tivemos que abortar a viagem para aquele lugar, esta foi a nossa maior decepção, também porque no lado Chileno a nevasca cobriu a passagem. Inclusive haviam dezenas de caminhoneiros, brasileiros inclusive, a muitos dias em Susques aguardando abriir a fronteira, decidimos retornar e fazer outro percurso. Fivcamos sabendo alguns dias depois que a fronteira continuou fechada por mais de duas semanas. No retorno a Purmamarca, onde novamente ficamos alojados, tivemos a felicidade de continuar a ter uma viagem espetacular. Fomos a Santa, fizemos o passeio com o Tren a Las Nubes 4.200 metros, viagem cansativa mas especial. Ficamos hospedados em Salta numa residência de campo, e lá fizemos uma churrascada a nossa moda, mas com a carne sensacional da Argentina é óbio, com muito vinho. Depois de Salta fomos a Cafayate onde pernoitamos, conhecemos e também usufruimos da hospitalidade do Baco. Conhecemos a quebrada das conchas, garganta do diabo, auditório, etc, tudo muito lindo, afinal a viagem todo foi assim, um lugar mais lindo que o outro. Passamos por Tafí Del Valle, Santiago Del Estero, etc. retornamos ao Brasil com a promessa de retornar para fazer o Deserto do Atacama. Abraços a todos. Walter WCSADV@HOTMAIL.COM.

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Primeiramente parabéns a todos os integrantes pela coragem e persistência, mas principalmente pela sabedoria em reconhecer os limites da razão e respeitar a mãe-natureza. Aquilo não é brinquedo mesmo meus amigos e seus registros são a melhor prova disso. Fizemos a mesma viagem, inclusive com o trem das nuvens, porém no final do ano passado e ainda seguindo direto de Susques a San Pedro de Atacama, retornando por Antofagasta, depois pegando a ruta 31 (Copiapó-Ch) a Fiambalá-Arg.), aí é muita história. Visitem nosso blog, acabou de entrar no ar, um pouco de tudo tem lá...Abraço.

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