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Depois de uma sucessão de consultas, observações, experimentos e de um Qual é a melhor forma de comprar uma moto? aqui no Diário de Bordo, resolvi dar por encerrada a novela da escolha da minha próxima motocicleta: de agora em diante, uma BMW F 800 GS lava orange (laranja, segundo o catálogo da BMW Motorrad Brasil) me carregará por bons e maus caminhos. Se no artigo Qual é a melhor forma de vender uma moto? a pergunta recorrente foi “Piréx, vendeu por quê?”, agora a dúvida paira sobre os motivos que me levaram a escolher a 8GS entre tantas opções.

O mercado nacional de motocicletas vive um período sem precedentes: vendas em alta, fabricantes criando raízes por aqui, muitos modelos à disposição dos interessados… Mas qual é a melhor moto que temos atualmente no Brasil? Apesar da complexidade da pergunta, uma outra pode ajudar na resposta: por quem e como ela será utilizada?

Na internet tem muitas perguntas quanto a instalação de uma tomada veicular numa moto que não a tem. E, por sua vez, tem muitas respostas. Umas boas outras nem tanto. Mas nada como fazer você mesmo e sentir que tudo é até divertido. Usei como exemplo minha XRE 300. Veja passo a passo e ilustrado como instalei um GPS Zumo 220 nela.

Você sabe o que eu digo: diminuir para a velocidade exata de entrada, olhar à frente para ver o que a curva nos reserva, fazer o contra-esterço e acelerar suavemente enquanto contornamos a curva. O que? Não é assim que você pensa quando faz uma curva? Bom, talvez seja apenas o instrutor dentro de mim que pensa desse jeito. Ou talvez a técnica apropriada que acabei de descrever já faça parte de você e é realizada automaticamente.

A qrande maioria dos motociclistas se questiona sobre este tópico: Lavo a corrente ou mando lavar? Mas todos sabem que para uma perfeita sincronia do conjunto da transmissão, a corrente deve trabalhar sempre limpa - livre de areia, terra, etc - e bem lubrificada. Confesso que não há nada de traumatizante.

Não precisa necessariamente de ser um aventureiro para fazer uma viagem de moto. A confiabilidade das novas máquinas permite que nem sequer seja preciso levar muitas ferramentas, sendo suficiente o “kit” que vem de origem com a moto. Até porque, com o nível de eletrônica que equipa as novas máquinas, ter ferramentas pode nem sequer implicar a resolução de eventuais problemas. Mais vale um seguro com uma boa assistência em viagem. Por outro lado, um spray anti-furo ou tacos de reparação podem vir a ser convenientes. Claro que pneus em boas condições, com a pressão recomendada e uma revisão bem feita, podem diminuir significativamente a probabilidade de qualquer contratempo.

Antes de mais nada, anote-se: eu sou um péssimo vendedor. Não tenho nenhuma gota da arte do comércio correndo nas veias. Justamente por este motivo, resolvi compartilhar os caminhos que, de uma forma ou de outra, serviram para que a Honda XR250 Tornado e a Harley-Davidson FLSTF Fat Boy que me acompanhavam há algum tempo mudassem de mãos e fossem fazer a alegria de outros motociclistas.

Dito isto, uma resposta breve à pergunta que sempre me fazem:

Piréx, vendeu por quê?

O relacionamento piloto/garupa chega a ser quase uma arte! Andar na garupa da moto não é apenas aboletar-se atrás do piloto e curtir a paisagem. São necessárias atenção e sincronia, fundamentais para a segurança, pois, uma desatenção ou um comportamento inadequado, podem causar um acidente, levando ambos ao chão...

Quando chega o período de férias muita gente só pensa em pegar a estrada e curtir o tempo livre. É o momento ideal para estar ao lado de familiares e conhecer lugares diferentes. Pensando nisso, a Moto Honda da Amazônia, com o apoio do Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH), preparou uma lista de itens necessários para o motociclista revisar antes de realizar uma viagem, e usufruir o passeio com conforto e segurança.

Você está passeando tranquilamente, deitando nas curvas, numa tocada controlada, quando numa curva cega dá de cara com uma poça d'água, pedriscos, areia ou outra sujeira qualquer bem no seu caminho. O que fazer? Neste caso, você viu a sujeira mas já está comprometido com o traçado da curva que está fazendo e com o ângulo respeitadamente inclinado da moto.

Os motociclistas têm hoje de se adequar a uma série de normas para não serem penalizados. Uma questão mal esclarecida preocupa motociclistas e onera os consumidores: o prazo de validade dos capacetes. Órgãos fiscalizadores de trânsito têm autuado proprietários de capacetes com fabricação acima de três anos. Os capacetes costumam ter datas colocadas nas etiquetas, sugerindo ao usuário de que o produto seja substituído após três anos de uso contínuo. Ou seja, a partir do momento que é retirado da caixa e efetivamente utilizado continuamente durante o período indicado por pelo menos 12 horas diárias.

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