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Ladies on the road

Primeira viagem na HD

Inverno de 2015 no Sudeste do Brasil. Inverno?? Aproveitei um feriado local em São Paulo, clima quente e seco de "veranico" e o marido trabalhando em home office e aceitei o convite de uns amigos para ir até a praia e voltar no mesmo dia. Bate e volta clássico dos paulistanos, o litoral sul, mas com um plus – fui até a Riviera de São Lourenço, a exatos 124 km, incluindo duas serras.

  • Escrito por Paula Pellegatti
  • Categoria: Ladies on the road

W.O. contra acidentes

Dados alarmantes da Organização Mundial de Saúde, a OMS, afirmam que em 70% dos acidentes, a culpa é do motociclista. Mas existem pessoas que andam de moto e mostram suas cicatrizes de acidentes como medalhas de batalhas vencidas. Acho válido pelo lado da superação pessoal, mas que tal evitar pinos, pontos, dor física e psicológica, adotando algumas ações simples na condução da sua moto?

Pilotas urbanas e suas scooters

Venho aqui parabenizar e defender o estilo de dirigir da mais nova classe de corajosas motociclistas que floreiam as ruas da cidade que eu moro: as felizes usuárias de scooters na capital do Estado de São Paulo. São muitas que encontro diariamente no meu caminho, sempre charmosas. E o charme começa na posição de pilotagem, que dá a impressão de estarem sentadas em frente à mesinha da manicure fazendo as unhas, passando pela maneira cuidadosa de se portar ao guidão e o charme de suas bolsas a tiracolo.

Uma viagem de moto pela ótica feminina

Seja qual for seu destino, distância a percorrer ou tipo de motocicleta que você tem, fazer uma viagem de moto requer cuidados simples e básicos, e que passam longe do estereótipo da mulher motociclista que a mídia vende, onde o corpo à mostra é a segunda maior atração - depois da moto, claro. Aquela figura da mulher em uma moto numa estrada gringa, de short jeans rasgado, botas, cabelos ao vento e capacete aberto, é um típico caso de fetiche que só funciona bem na parede da borracharia.

Paixões movem o mundo

Paixões movem o mundo. E a minha me move, literalmente. Sou uma apaixonada por motocicletas. Conta a minha mãe, que eu, ainda de fraldas, esperava meu pai chegar com sua Honda 750 four, muitas vezes tarde da noite, para dar uma voltinha no quarteirão, sentada no tanque, e voltava dormindo - e meu pai trocando a marcha no tempo do motor e me segurando com a mão esquerda.