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América do Norte, British Columbia, Canada

Dawson Creek – Fort Nelson (Parcial = 476 Km / Total = 19.329 Km)

Manhã escura e a chuva não dá trégua.

Depois da má experiência de ter que equilibrar muito peso no banco do carona – que eleva o Centro de Gravidade do conjunto piloto, bagagem e motocicleta – fiz uma nova redistribuição da bagagem, colocando maiores pesos como o computador nos alforjes, a fim de baixar o CG e aumentar o limite da amplitude de inclinação lateral da Electra.



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Em função da continuidade das chuvas, a nossa expectativa era que hoje seria mais outro dia de Rock&Roll pauleira.

Na rotatória, para pegar a 97/N, passamos pelo “monumento” do Marco Zero da Alaska Highway, instalado bem na beira da calçada. Como estava chovendo muito e não tinha local para estacionar, seguimos em frente.

Logo nos primeiros 10 km, já havia uma retenção e fomos obrigados a seguir após um grande caminhão, que nos manteve todo tempo envoltos uma nuvem de gotículas de lama, desperdiçando todo o nosso trabalho de limpar a roupa de chuva, na noite de ontem.

Liberaram a passagem em meia pista e partimos para o asfalto frisado e enlameado. Em seguida, veio uma grande ponte com piso de treliça de aço que, molhada, deslizava ainda mais. Então, passamos bem devagar.

A estrada penetrava cada vez mais na floresta. A chuva e o frio continuavam.



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Mais adiante surge a temida placa de Lose Gravel e logo depois mais um pouco de piso transformado em lama. Mas, a paisagem magnífica compensava tudo.

O asfalto destroçado pela chuva e pelos caminhões passou, a pista melhorou e seguimos em frente. Rodamos durante horas em um asfalto excelente. De repente, uma visão de destruição: buracos na pista que não acabava mais. Me lembrou as experiências da América Central. Para quem for se aventurar por aqui, atenção na pista é a palavra de ordem, pois o perfeito pode virar bizarro num instante.



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No nosso roteiro, a única exceção de excelência nas estradas são os Estados Unidos, tudo funcionou com perfeição. Quanto a abastecimento de combustível, não há problema, pois sempre surge um posto. Mas, não custa nada sempre levar um galão cheio de gasolina, como reserva. Cada um de nós carregava dois, de 8 litros, um em cada pedaleira do carona.



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Chegamos em Fort Nelson e o hotel era a beira da estrada, 14:00h: uma tranquilidade.


PHD Artur Albuquerque
Fonte: http://phdalaska.hwbrasil.com/site/http://www.phd-br.com.br/

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